Por Jecmania.

Há demais a falar sobre a derrota de ontem: primeiro sobre o jogo, depois sobre a arbitragem. No decorrer do texto decidirei se vai tudo num só post ou dividirei o assunto (ficou tudo num só, um pouco longo).

1. A PELEJA (fui escrevendo enquanto a partida acontecia):

Começou o jogo.

Dez minutos: Ceará 2×0 JEC.

Puta que o pariu!

Já esperávamos um jogo difícil, mas também não precisava avacalhar. Aos 20′, outras duas bolas na trave já tinham sido mandadas contra o JEC (numa delas, agora nos melhores momentos, vi que foi uma defesa incrível de Ivan).

Uma goleada se desenhava. Eu ouvindo na rádio, assistindo na internet com uma imagem de 5 polegadas – do tamanho do futebol tricolor – e rezando pra que fizéssemos algo.

Por outro lado, pensava eu talvez só uma biabada vergonhosa pudesse fazer o nosso técnico colocar o time um pouco mais à frente nas próximas partidas, ou o Nereu conseguir um segundo atacante decente para fazer companhia a Robinson Crusoé – ops, Lima – no ataque.

Quando 4 a 0 seria um resultado bastante razoável para o Ceará, aos 25′, o JEC fez um gol. Minto. O goleiro Fernando Henrique marcou um gol contra bizarro, e nos colocou no jogo, um jogo que digo, não não estávamos nem um pouco a fim de disputar. Passei a torcer para o JEC começasse, finalmente, sua participação nessa partida, com a colher de chá do presepeiro ex-goleiro do Fluminense.

Continue lendo aqui.