Por Blog do Loredo.

O torcedor do Bragantino deixou o estádio Nabi Abi Chedid, na noite desta sexta-feira, com o ‘coração na boca’ como se diz na gíria popular. O time do técnico Vagner Benazzi abriu o marcador logo no primeiro minuto da partida e adotou uma postura defensiva durante todo o transcorrer do jogo.

Marcando forte o adversário e tentando sempre neutralizar todos os espaços, o Braga conseguiu segurar a vantagem e o placar mínimo, conquistando mais três importantes pontos na luta para fugir do rebaixamento.

As constantes bolas alçadas contra a defesa, alguns arremates de média e longa distância, tentando explorar o gramado bastante molhado, uma bola na trave e uma seqüência quase interminável de escanteios na etapa final, deixaram o torcedor um tanto que apreensivo.

No entanto, foi um domínio, até certo ponto, enganoso. O JEC teve 67% de posse de bola, contra 33% do Bragantino, mas o goleiro Gilvan não precisou trabalhar muito. Situação bastante diferente do jogo anterior, diante do Ipatinga-MG.

Foi um sufoco programado, pois o Braga se encolheu para esperar o adversário e contra atacar. Talvez, este quesito tenha sido falho. Os contra ataques não foram aproveitados ao ponto do time marcar mais gols e ter um final de jogo mais tranqüilo.

A postura tática do Bragantino foi perfeita. Todos priorizaram a marcação como já havíamos visto nos jogos anteriores contra Vitória-BA, Avaí e Atlético-PR, principalmente. Nestes jogos o time jogou por uma bola e ela veio. Contra o Vitória-BA a situação foi diferente pelo fato do time baiano ficar com um jogador a menos desde o início, após a expulsão do zagueiro Gabriel, que cometeu pênalti em Malaquias.

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