Por Kk De Paula, do DNAzul.

Um sábado quase perfeito.

No que diz respeito ao clima a luz e cores, a composição final todos os nativos conhecem.

A ilha estava uma pintura. Uma obra de arte em pinceladas divinas.

(Foto Paraná Clube)

Já o futebol avaiano foi um rascunho borrado no primeiro tempo e no segundo um rascunho sem borra, mas com pinceladas mais firmes, mais vontade dos pintores.

Além do esquema tático, montado por Maria, não poder ser bem executado pelas peças que ele colocou em campo (Thiesen não tem qualidade no passe para executar o que lhe foi determinado; Bovi não sabe defender nem atacar e o Avaí insistia em atacar com ele e o Paraná em nos atacar por esse mesmo lado;  Cleber estava perdido e Eduardo sobrecarregado enquanto a zaga batia cabeça), faltava raça e determinação ao time.

O Paraná nos colocou na roda no primeiro tempo.

0 x 2.

No segundo tempo Maria pincelou melhor o quadro desastroso que pintava na Ressacada.

A entrada de Alex deu mais qualidade a lateral direita; reposicionou Thiesen; Cleber aparece mais para o jogo; Tauã nos deu mais força ofensiva e foram criadas mais jogadas de ataque na vontade e qualidade do Marcio Diogo e claro, o time mostrou mais raça para buscar o resultado.

2 x 2.

Chegamos ao empate, mas não tivemos futebol pra conquistar a virada.

A entrada de Marrone, deslocando Alex para a outra lateral, com a saída do Aelson, nos deixou novamente sem força pelas laterais e Reis no segundo também continuou apanhando da bola.

Jogamos mal. Muito mal. Parece que os jogadores avaianos jogam para não vencer.

Parece, mas deve ser uma ilusão ótica minha.

Confira a classificação atualizada da Série B 2013.