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Fortaleza se salva e Campinense cai para Série D
sábado, setembro 17th, 2011Foi uma rodada pra lá de dramática na Série D, neste sábado. O Campinense fez um gol aos 46 minutos do 2º tempo que, àquela altura, garantia sua permanência na Série C. Mas a partida entre Fortaleza e CRB não havia acabado e o quarto gol da equipe cearense decretou o rebaixamento dos paraibanos. Com o mesmo saldo de gols, o Campinense foi superado pelo rival no quesito número de gols marcados: 7 contra 11.
Até o intervalo, o placar dos dois jogos permaneceu intalterado. Foi depois disso que as polêmicas começaram e a partida disputada no Presidente Vargas, na capital do Ceará, se tornou inusitada. Começou com a demora do retorno do Fortaleza para o campo, voltando com um uniforme parecido com o do CRB, com a clara intenção de retardar o início do jogo. O árbitro Gutemberg de Paula Fonseca mandou o time trocar de uniforme e o intervalo durou cerca de 30 minutos.
Logo aos 6 minutos, o Fortaleza marcou. Na sequência, pênalti para os donos da casa que resultou na expulsão de Paulo Rodrigues. Carlinhos Bala desperdiçou o pênalti. Em seguida, Cristiano fez grande defesa em um lance que já havia sido paralisado e o assistente chamou o árbitro revelando uma agressão verbal do goleiro contra um atleta do banco de reservas rival. Como o treinador Joãozinho Paulista já havia feito as três substituições, Roberto Lopes, volante, foi para o gol.
Enquanto isso, o Campinense penava contra o Guarany de Sobral. Mas teve sua vida facilitada com uma expulsão do adversário. Após ter um gol contra si anulado, marcou com Gilberto Matuto, em jogada irregular, aos 46. O resultado salvava a equipe paraibana e rebaixava o Fortaleza.
Fim de jogo, mas na capital do Ceará a bola rolava. O resultado classificava o CRB mesmo com a derrota. E, aos 44 minutos, o Tricolor chegou ao quarto gol que lhe salvaria da Série D, com Márcio Goiano.
Os torcedores do Treze, rival do Campinense, comemoraram o rebaixamento do rival. Mas os dois jogos vão render muita polêmica ainda…
Faltou ataque para o ABC na estreia
sábado, maio 21st, 2011Por Gustavo Lucena, do Papo Alvinegro.
Eu também engrosso o clube daqueles que acham que tal empate não foi um bom resultado, ainda que tenha sido fora de casa, ainda que tenha sido jogo de estreia.
Primeiro porque o time do Bragantino é fraco. Não tem cabimento o ABC, com um plantel bem mais numeroso, pomposo e mais entrosado, empatar com um time que foi montado às pressas e cujo teto salarial não passa dos R$ 8.000,00. O massa bruta é uma caricatura dos times que o ABC encarou em 2007, 2008 e 2009.
E, segundo, porque não aproveitou o fato de jogar num campo neutro, afinal, o povo de Bragança Paulista não gosta de futebol e o estádio estava às moscas.
Concordo com o que Marcos Lopes disse ontem no Balanço Final da Rádio Globo: empate – ainda que fora de casa – só é bom quando se encara times mais tradicionais, qualificados e com numerosa torcida e/ou em certas circunstâncias especais – como p. ex. o fato do ABC ter saído atrás do placar ou estar jogando com 1 jogador a menos.
Fica a lição para que se mude de postura e mentalidade.
Fomos prejudicados, mas onde estava o ataque para neutralizar a arbitragem?
Quando o ABC fez 1 x 0 falei na mesa do bar onde estava: “olha, é bom o ABC fazer logo o 2º gol p/ neutralizar qualquer falha da arbitragem, esse resultado é perigoso”.
Dito e feito, o Bragantino empatou num lance irregular, fruto muito mais de uma arbitragem ruim e despreparada do que de uma arbitragem bandida e premeditada.
Não adianta chorar que o ABC foi prejudicado, porque o que faltou mesmo foi ataque, que foi inexistente.
Malaquias cansou de errar passes, parecia o Adelmo, e o Elionar não sabe se posicionar bem no jogo, ficava sempre longe da grande área.
A primeira impressão foi de que ambos estão em nível abaixo até mesmo de Gabriel e Éderson. Leandrão nem precisa entrar no parâmetro.
ABC precisa urgentemente trazer um atacante diferenciado, que saiba driblar e partir pra cima da zaga adversária sem qualquer medo, tipo um João Paulo ou Ricardinho. Do contrário, teremos muita raiva e nos jogos muitas vezes gritarei “Fábio Silva” em protesto a falta de capacidade em fazer gols.
Parada dura
Vendo a tabela da Série B nessas primeiras rodadas, enxerga-se também a justificativa para tanta preocupação com o empate de ontem.
O começo da caminhada é só pedreira: em casa encararemos o Goiás e o Náutico e fora de casa, a Portuguesa, o Sport e o Vitória. Todos esses clubes, além da tradição, possuem muito mais força política e econômica que o Mais Querido.
Sport, Vitória e Goiás p.ex., assinaram com a Globo por 3 anos e já pegaram as cotas de 2012 adiantadas. Em média, só do dinheiro advindo da TV, terão a disposição de cerca de R$ 15 milhões p/ essa temporada, podendo inclusive antecipar as cotas dos próximos anos.
A receita para o ABC nessa Série B no máximo, incluindo tudo (TV, patrocinadores, Timemania, sócio-torcedor) deve chegar aos R$ 3 milhões, em números puxados para cima e bem otimistas.
Enfim, essa Série B se desenha como a batalha dos 17 Davis contra os 3 Golias, tamanha a desproporção orçamentária gritante. É a espanholização do futebol brasileiro atingindo em cheio a Série B. Mas como seria bom se ela chegasse a Série A, porque aí teríamos os grandes chiando contra os grandes.
Leia também: Péssima estreia do ABC.
Domínio do Figueirense na década
sexta-feira, abril 16th, 2010Independente do resultado do clássico deste domingo, o último de 2010 e, portanto, o último da década, os primeiros 10 anos do século 21 foram de amplo predomínio alvinegro.
No balanço dos confrontos entre 2001 e 2010, foram 30 partidas, com 13 vitórias alvinegras, 12 empates e cinco derrotas, 46 gols pró, 30 contra, saldo de 16. É uma vantagem considerável. Uma vitória a cada seis jogos do lado de lá, uma vitória a cada dois clássicos, praticamente, do lado de cá.
A década foi ainda marcada por um longo tabu, iniciado ainda no ano 2000. No dia 9 de abril daquele ano, o Figueira perdeu para o Avaí por 2 a 1 na Ressacada (dia que prometi não por mais os pés no moquifo, história que conto outra hora).
Depois disso, o Alvinegro enfileirou uma sequência de 15 jogos sem perder, com sete vitórias e oito empates, até 2005, quando foi derrotado por um a zero na Ressacada.
Mesmo com o Figueira na série B e eles na série A, os avaianos não conseguem dar o troco. São quatro empates consecutivos pelo campeonato estadual. Na Ressacada, o Figueira não perde pela competição desde 2006.
A coisa ficaria mais feia para a turma azulejenta sem os clássicos da copinha SC disputados no fim do ano passado com os times B. Eles quase dobraram o número de vitórias na década (de três para cinco), com os dois triunfos que obtiveram. O primeiro no Scarpelli, num sábado de manhã, para pouco mais de mil testemunhas, e o segundo, na Ressacada, num domingo de manhã para aproximadamente 400 pagantes.
A supremacia alvinegra na primeira década do novo milênio é flagrante e indiscutível. O Figueirense mandou no Clássico, seja em casa, seja no Sul da Ilha. Fechar 2010 com mais uma vitória só confirmaria o que aconteceu com frequência nos últimos 10 anos.
Confira a lista dos Clássicos realizados nos últimos 10 anos.
Antes da década, início do tabu:
21/05/2000 – 2×2 – Scarpelli – Catarinense
10/09/2000 –1×1 – Ressacada – Copa João Havelange (Campeonato Brasileiro Série B)
Os resultados da década de 2010
10/03/2001 – 3×1 – Ressacada – Catarinense
29/04/2001 – 1×0 – Scarpelli – Catarinense
09/09/2001 – 2×0 – Scarpelli – Série B
27/10/2001 – 1×1 – Ressacada – Série B
07/12/2001 – 2×0 – Scarpelli – Quadrangular final da Série B (show de bola alvinegro)
18/12/2001 – 2×2 – Ressacada – Quadrangular final da Série B (Abimael marca gol igual ao que fez na partida seguinte, contra o Caxias)
12/05/2002 – 1×1 – Ressacada – Catarinense
13/06/2002 – 3×0 – Scarpelli – Catarinense
03/07/2002 – 3×1 – Ressacada – 1º jogo da final do 2º turno do Catarinense (Renato Martins marca o gol mil da história dos clássicos)
10/07/2002 – 0 x 0 – Scarpelli – 1º jogo da final do 2º turno do Catarinense (Figueira conquista os dois turnos e se consagra campeão estadual)
26/01/2003 – 1×1 – Ressacada – Catarinense
16/02/2003 – 1×0 – Scarpelli – Catarinense
02/02/2005 – 1×1 – Scarpelli – Catarinense
13/02/2005 – 0×1 – Ressacada – Catarinense (fim do tabu)
22/01/2006 – 2×1 – Ressacada – Catarinense
01/02/2006 – 2×1 – Lages – Catarinense (jogo em Lages por causa da reforma no gramado do Scarpelli)
19/02/2006 – 2×3 – Ressacada – Catarinense
19/03/2006 – 4×1 – Scarpelli – Catarinense (revoltados com o banho de bola, avaianos incendeiam as cadeiras do Scarpelli)
14/02/2007 – 3×0 – Scarpelli – Catarinense (Ramon faz barba, cabelo e bigode)
13/04/2007 – 1×0 – Ressacada – Catarinense (Ramon completa o serviço e elimina o Avaí com o gol aos 47 do 2º tempo)
12/10/2007 – 1 x 1 – Ressacada – Copa Santa Catarina
06/11/2007 – 2 x 2 –Scarpelli – Copa Santa Catarina
10/02/2008 – 3×0 – Ressacada – Catarinense (Até Bruno Perone jogou bem, Fernandes fez o seu e o Avaí apaga as luzes do estádio quando Alexandre faz o terceiro)
30/03/2008 – 0×2 – Scarpelli – Catarinense (O técnico Gallo escala Elton, que não fazia um jogo há nove meses e é expulso com 15 minutos de jogo)
05/02/2009 – 1×1 – Scarpelli –Catarinense (Eles pensavam que o time de série A ia patrolar o Figueira, mas suaram para empatar)
15/03/2009 – 1×1 – Ressacada – Catarinense (Eles pensavam que o time de série A ia patrolar o Figueira, mas suaram para empatar)
31/10/2009 – 0×2 – Scarpelli – Copa Santa Catarina
22/11/2009 – 0×3 – Ressacada – Copa Santa Catarina (jogos com o time B diminuem o vexame azulejento)
04/02/2010 – 2×2 – Scarpelli – Catarinense (Eles pensavam que o time de série A ia patrolar o Figueira, mas suaram para empatar)
24/03/2010 – 1×1 – Ressacada – Catarinense (amareletion, empate alvinegro no fim e show de selvageria do outro time)
Notas alvinegras
* O árbitro para o Clássico não será de Santa Catarina, mas também não virá de algum estado vizinho. Virá de mais de cima do mapa.
* O Figueira chama a torcida para comparecer ao treino no sábado pela manhã. É hora de dar todo o apoio para os jogadores e passar aquela energia positiva para uma grande vitória no domingo.
* Fernandes está com fome de bola. Isso é muito bom.
* Renê, Coutinho, João Filipe, Bilu. Faça sua aposta para quem joga na lateral direita no Clássico.
* Miguelinho diz no Debate Diário que se vier árbitro de fora tem que fechar o departamento de árbitros da FCF.
* Os árbitros daqui são mesmo ruins, mas quem piora tudo e queima praticamente todos é o Avaí e os avaianos com sua política de terra arrasada quando perdem um jogo. Como é fato comum, não sobra árbitro algum no fim da temporada.
Por Ney Pacheco.
A pressão sobre a arbitragem valeu a pena?
sexta-feira, março 5th, 2010O árbitro Arilson da Anunciação errou duas vezes no Ba-Vi de domingo. Uma contra o Bahia, deixando de dar uma falta clara em Edílson quando Bahia caminhava para o segundo gol e o time todo parou esperando a marcação, resultando num contra ataque e no gol do Vitória, e outra deixando de marcar um pênalti em Schwenck, que gerou as queixas do Vitória.
Mas, as queixas e a pressão rubro-negra foram tantas que acabaram contaminando a arbitragem de anteontem no jogo contra o Itabuna. O pênalti marcado e convertido por Ramon foi, no mínimo, duvidoso, mas depois da punição de Arilson qualquer atacante do Vitória que cair ou mesmo tropeçar na área pode resultar em pênalti.
O alarde pelo possível erro do árbitro Lúcio José Silva de Araújo não foi o mesmo feito pela diretoria do Vitória após o Ba-Vi. Nenhum comentário ou representação para a Federação Bahiana de Futebol (FBF) colocando em xeque a capacidade e a idoneidade do profissional.
Para evitar que a pressão continue nesta reta final do Baiano, a própria FBF emitiu nota esclarecendo que Arilson Bispo não foi punido. De acordo com o órgão, o árbitro baiano vai se afastar por ter de realizar uma avaliação física e teórica denominada Fifa Test, que já estava prevista desde o início de fevereiro.
A resposta da FBF veio depois que o Bahia emitiu uma nota questionando o posicionamento da entidade. Isso porque a direção tricolor lembrou que se queixou da arbitragem de Gleidson Santos Oliveira na derrota por 5 a 3 para o Bahia de Feira. A nota, da última terça-feira, foi retirada do site oficial do clube.
Fonte: Tribuna da Bahia. Por Euclides Almeida, do Sempre Bahia.
Bahia reclama da arbitragem contra Guarani
domingo, agosto 16th, 2009Quando o time corresponde em campo, a arbitragem prejudica VERGONHOSAMENTE o resultado do espetáculo!!
Marcelo, mais uma vez fez uma brilhante partida e, apesar de vacilar no gol de falta do Guarani, pegou muito!!
Os laterais jogaram bem, com destaque para a estreia do garoto Bebeto, de apenas 19 anos!! O que mostra que Sérgio Guedes pode buscar mais reforços na base Tricolor com TODO O NOSSO APOIO! Rubens Cardoso provou que, em forma, é titular absoluto do Bahia.
O time tocou muito bem a bola, criou várias oportunidades de gol e merecia ter saído de Campinas com um resultado melhor!
É óbvio que o resultado foi PÉSSIMO, que foi mais uma derrota do Bahia no campeonato, que o Bahia está há 5 jogos sem vencer… mas analisando friamente, no dia que o Bahia jogou bem, que mostrou personalidade, o árbitro muda o resultado da partida com um pênalti inexistente e faz com que a partida termine 1×0 no primeiro tempo!
No segundo tempo, quando o Bahia mostrava uma reação, o juiz deixou de marcar um pênalti CLARO EM LIMA e, mais uma vez, prejudicou o Bahia!
Como se não bastasse, o árbitro ainda ANULOU DESCARADAMENTE o gol de Lima, que seria o empate Tricolor.
Que a situação do time no Campeonato Brasileiro da Série B 2009 está LASTIMÁVEL não tem como negar, pois OS NÚMEROS NÃO MENTEM:
* 16ª colocação;
* Somente 21 pontos ganhos em 18 jogos disputados;
* Somente 5 vitórias, 6 empates e 7 derrotas;
* Apenas 39% de aproveitamento!!
Mas continuo batendo na tecla: JOGAMOS DE IGUAL PRA IGUAL com um dos líderes da competição, COM UMA POSTURA DO TIME GRANDE QUE SOMOS e isso se deu pela NOVA POSTURA que Sérgio Guedes vem implementando!
Técnico VIVE DE RESULTADOS, É VERDADE, mas CONTINUO ACREDITANDO NUM SEGUNDO TURNO BEM MELHOR!!
Se o Bahia tivesse um planejamento DE VERDADE, estaríamos INICIANDO O CAMPEONATO DA SÉRIE B COM ESSE TÉCNICO (ou um técnico com esse perfil) E UM TIME COMO ESSE DE AGORA, COM MAIS UNS DOIS OU TRÊS REFORÇOS E MAIS APROVEITAMENTO DA BASE!!
Apesar do juiz ter prejudicado o resultado, os adversários diretos DA PARTE BAIXA DA TABELA, ajudaram, pois, o Juventude perdeu, o Fortaleza perdeu e o Bahia se manteve na 16ª colocação!
Lamentável…
Por Pedro Cordier, do Sempre Bahia.
Quem melhorou e quem piorou no ABC
segunda-feira, agosto 10th, 2009Uma rodada para se esquecer. A combinação de resultados da 16ª rodada já havia sido péssima para o ABC antes de começar o jogo.
Com a derrota para o Duque de Caxias (e para a arbitragem), a situação voltou a ser a mesma após o empate contra o Guarani, ou seja, o ABC perdeu de vista vários times que estão por perto da zona do rebaixamento, e agora se ver na obrigação de – além de fazer o dever de casa contra o Campinense – não perder para o Bragantino e Brasiliense fora de casa para que possa pelo menos encerrar o 1o turno a menos de 4 pontos do 16º colocado. Isso se as combinações de resultados funcionarem ao nosso favor.
Mas vamos para o que interessa que é a coluna em si.
MELHOROU:
Bruno Barros – foi o único jogador que atuou com consistência e garra. Mostrou habilidade e a cada jogo melhora. Sinal de que foi uma boa contratação.
NA MESMA:
Fabiano – No primeiro tempo estava no mesmo ritmo da zaga, ou seja, dando bobeira e capengando, porém, conseguiu se recuperar no 2o tempo.
Marquinhos Mossoró – Não foi o mesmo leão dos jogos anteriores, mas não comprometeu.
João Paulo – Deu mais mobilidade ao ataque, mas toda vida que procurava alguém para atuar junto não encontrava.
PIOROU:
Paulo Musse – Apesar de ter sofrido falta no 1o gol (segundo a visão de Dionísio Outeda, que estava próximo do lance), mesmo assim falhou feio, pois foi bastante precipitado.
Chiquinho – Fraquíssimo, não tem condições de vestir a camisa do ABC.
Gaúcho – Apesar do gol e da bola na trave, a pixotada que resultou no 2o gol do Duque de Caxias foi comprometedora.
Augusto Recife – Seu setor foi uma avenida. E ainda maltratou a bola em alguns lances.
Sandro – Apagado e preso a marcação, não reeditou as boas atuações. E ainda fez lançamentos errados e imprecisos para os atacantes.
Ivan e Ricardinho – Ambos sem qualquer objetividade e eficiência. Ivan precisa urgentemente voltar ao banco de reservas.
Gedeon e Júnior Negrão – O ABC precisa urgentemente de um meia de criação e um atacante que realmente façam a diferença. Mesmo sabendo que Júnior Negrão ainda precise de uma maior observação, digo com a maior segurança que nenhum deles é o cara que o ABC precisa para se livrar dessa roubada.
Arbitragem – Impressionante como o ABC consegue ser garfado num estádio dito como o caldeirão. Tanto o juiz como os bandeirinhas atuaram de má-fé, na maior bandidagem.
Diretoria – Merece está aqui por 2 coisas: 1o) Por não ter culhões em atuar nos bastidores para impedir que os jogos do ABC sejam apitados por árbitros escrotos como os de ontem. Por que eles não fazem como o rival e representam contra eles? 2o) Por mais uma vez enganar o torcedor ao divulgar um público falso. Se no Frasqueirão cabem 17 mil pessoas e ontem estavam presente 11 mil, onde é que caberiam mais 6 mil pessoas? Queria saber também quem seriam os 2 mil e poucos não-pagantes. Com certeza o ABC não tem nesse número composto de Sócios-Torcedores/cadeirantes/donos de camarotes, além de não haver tantos policiais. Aí no borderô da CBF vocês verão que apenas os 8500 pagantes serão registrados. É por essas coisas que o ABC não consegue patrocinadores.
Por Gustavo Lucena, do Papo Alvinegro.
Vasco tem dificuldades, mas ganha mais uma
domingo, maio 24th, 2009O placar de 3 a 0 para o Vasco, ontem em São Januário, manteve o clube carioca com 100% de aproveitamento e ratificou sua liderança na Série B. Já o Atlético-GO sofreu sua primeira derrota na temporada fora de casa, mas, ao contrário do que poderia mostrar o placar, a equipe cruzmaltina teve muitas dificuldades durante a partida.
Aproveitando os contra-ataques e marcando bem, o Dragão equilibrou a partida na primeira etapa. Houve inclusive um lance inusitado e que gerou muitas reclamações por parte do Atlético-GO. Aos 22 minutos, após cobrança de falta, o arqueiro vascaíno Fernando Prass pegou a bola e deu alguns passos para trás, deixando a impressão que a bola entrou no gol. Mauro Fernandes foi expulso por reclamação, depois do lance e, aos 42, Pituca também foi expulso pelo árbitro Wallace Nascimento Valente por falta em Carlos Alberto. Ele já tinha cartão amarelo.
E foi na cobrança desta falta que o Vasco chegou ao gol com Élton. Com um a mais e a vantagem no placar, o clube carioca ainda sofreu pressão da parte do Atlético-GO, que quase chegou a marcar aos 9 e aos 14, exigindo o goleiro Fernando Prass. Mas, aos 29, Edgar acabou com as esperanças goianas e fez a festa para os 15.239 torcedores que compareceram em São Januário.
Aos 47, Ramon fechou o placar. Agora, o Vasco tem o Corinthians no Maracanã, pela Copa do Brasil, na quarta-feira. Pela Série B, no sábado, vai até Curitiba pegar o Paraná. Já o Atlético-GO enfrenta a Ponte Preta, que foi derrotada em casa pelo Ipatinga, ontem por 2 a 1. A partida será no Serra Dourada, na sexta-feira.
VASCO 3 X 0 ATLÉTICO-GO
Vasco - Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vílson, Gian e Ramon; Amaral, Nilton (Bruno Gallo), Léo Lima (Mateus) e Carlos Alberto; Rodrigo Pimpão (Edgar) e Élton. Técnico: Dorival Júnior.
Atlético-GO - Márcio; Rafael Cruz, Gil, Jairo e Alysson; Robston, Pituca, Weslley e Elias (Juninho); André Leonel (Lindomar) e Marcão (Jaílson). Técnico: Mauro Fernandes.
Á rbitro: Wallace Nascimento Valente (ES)
Gols: Élton aos 44 minutos do 1º tempo; Edgar aos 29 e Ramon aos 47 minutos do 2º tempo.
Cartões amarelos: Gian e Paulo Sérgio (Vasco); Weslley, Elias, Robston e Alysson (Atlético-GO).
Cartão vermelho: Pituca (Atlético-GO) aos 43 minutos do 1º tempo.
Figueira derrota ABC – Furacão Alvinegro
segunda-feira, maio 18th, 2009O Figueira teve que fazer cinco gols legais para valerem três. Teve que superar o adversário, que não se mostrou páreo para o Furacão Alvinegro, e, principalmente, uma das arbitragens mais tenebrosas que este blogueiro teve oportunidade de testemunhar nos últimos tempos.
O Figueirense foi um time organizado, concentrado e objetivo. Se defendeu razoavelmente bem no primeiro tempo e soube explorar os enormes espaços deixados pela defesa do ABC. Fez um a zero antes do cinco minutos. Foi anulado erradamente. Fez 1 a 0 de novo aos 10 minutos. Fez 2 a 0 aos 20 minutos. Outra vez anulado incorretamente. Pela segunda vez, fez 2 a 0 e depois administrou o resultado até o final do primeiro tempo.
O único defeito do Figueira na primeira etapa foi permitir que o ABC levasse vantagem na bola área na defesa alvinegra. A expulsão de Lucas antes do segundo tempo começar, por conta do erro infantil de trocar o número de sua camisa com a de Alê, deve ter alterado completamente as orientações de Roberto Fernandes. Mesmo assim, com um a menos durante todos os 45 minutos finais, o Figueira fez o terceiro, liquidou a partida e soube se defender.
Foi uma vitória justa e incontestável, superando uma arbitragem simplesmente horrorosa. Distribuiu cartões à vontade para o Figueira. Não teve o mesmo critério com o ABC. Deixou os jogadores potiguares baixarem a sandália e se atirarem na área do Figueirense para cavar pênaltis sem serem advertidos.
Agora é pensar na Portuguesa. O primeiro adversário realmente cotado para brigar pelo acesso com o Figueirense. Vai ser jogo de cachorro grande para um Orlando Scarpelli cheio.
Texto do Furacão Alvinegro.


