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estádio

Posts Tagged ‘estádio’

Dérbi histórico: Bugre já vendeu 14 mil ingressos

sábado, abril 28th, 2012

Por Bugremídia.

De acordo com o repórter Marcos Luiz da Bandeirantes AM, já foram vendidos 14.000 ingressos para a torcida do Guarani. Vamos acabar com todos os ingressos torcida Bugrina… Amanhã, bilheterias estarão abertas no CT do Guarani para quem chegar de última hora para assistir o jogo do ano!

Informação dada também pela diretoria do Guarani que o setor abaixo do tobogã, bem como a cabeceira da entrada principal, terão livre acesso para o tobogã.

Ponte Preta faz promoção para torcida lotar estádio na Copa do Brasil

quarta-feira, abril 18th, 2012

Via: Blog do Ademar (Futebol Caipira, Nacional e Internacional)
Leia a íntegra


Globo Esporte: ‘Tapete’ da Ilha do Retiro pronto para estreia do Sport em casa no PE 2012

quarta-feira, janeiro 18th, 2012

Via: MeuSport Novidades
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VAI VENDER A MÃE!

sexta-feira, agosto 19th, 2011

Via: BLOG VERMELHO E BRANCO
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Ensinamentos para uma nova era

sábado, março 13th, 2010

O principal ensinamento que fica depois da finalização dos termos do distrato com a Participações é que o Figueirense Futebol Clube deve sempre garantir salvaguardas que preservem seus interesses quando fizer parcerias, associações ou negócios com quem quer que seja.

Lord Acton já dizia que “o poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente”. No caso do Figueirense, corromper no sentido de desvirtuar-se, estragar-se, adulterar-se. Longos mandatos e contratos que não garantem a equidade entre as partes contribuem decisivamente para esse desvirtuarmento, esse desvio dos objetivos originalmente propostos.

Muita gente acha normal o que ocorreu durante esta semana. Foi só a Participações se ressarcindo pelo o que fez pelo clube. Discordo. Primeiro porque a empresa teve sua cota de lucros durante a gestão do futebol. Foram dezenas de jogadores negociados por valores que ela se recusou a revelar o tempo todo, alegando um absurdo “sigilo constitucional”. Segundo que ela continuaria detendo a maior parte dos direitos econômicos de todos os jogadores que continuassem no clube, podendo continuar lucrando no futuro e com a vantagem não ter absolutamente responsabilidade alguma no pagamento de seus salários e nos custos de manutenção. Não precisava passar a perna no clube no apagar das luzes.

O papel do Conselho Deliberativo do Figueirense daqui para frente é o de zelar para que as novas parcerias, os novos contratos, os novos mandatos não tornem o clube refém de interesses que podem deixar de ser mútuos em algum ponto futuro.

O momento então é de olhar para frente, com base no que se aprendeu nos últimos anos. Queremos sim um clube vencedor, mas não a qualquer preço. Queremos, acima de tudo, um time que não se entregue jamais, que respeite sua torcida, um clube que valorize suas ligações com as arquibancadas, seus torcedores apaixonados e fiéis.

Não será nada fácil fazer tudo isso, mas é o ideal a ser perseguido.

Algumas considerações

Novo estádio – O Campos, do Blog dos Figueirenses, avaliou corretamente que tem muito torcedor desinformado e confundindo os projetos de estádio, como se o proposto agora fosse mais uma manobra ilusionista da direção do clube.

Além da proposta vir de quem vai assumir no dia 22 e não da turma que está saindo, ela parece muito mais consistente e exequível do que o projeto vultoso para a Copa do Mundo. Além disso, apesar de ser muito vantajoso contar com um novo e moderno estádio, o fundamental é poder contar com uma quantia mensal fixa oriunda do arrendamento comercial da área para aplicar na atividade-fim do clube, o futebol.

O Estreito é o terceiro bairro mais populoso da cidade, é carente de vários serviços e o Brasil vive um momento de grande crescimento econômico.O projeto parece muito viável, portanto.

Conselho Deliberativo – Alguns jogam para as costas do conselho a responsabilidade por ter dado plenos e totais poderes para a Participações ao aprovar o contrato de gestão em 2004. Estão corretos e muitos conselheiros manifestam seu arrependimento por ter ajudado a aprovar a proposta. Só que o clube não pode pagar eternamente por este equívoco.

Como dizem os americanos, “dois errados não fazem um certo”. Não é porque errou em 2004, que o CD não podia consertar as coisas agora. Foi o que aconteceu. A rejeição da proposta que tornava o contrato mais dacroniano ainda foi a correção do equívoco cometido há cinco anos.

O Conselho também vai ter que se comprometer com sua própria renovação e ampliação. Está na hora de oxigenar a vida interna do clube com a eleição de mais conselheiros e com a extensão do direito de votar aos sócios torcedores.

Eduardo Uram – Quem tem que zelar pelos interesses do Figueirense não é o dono da Brazil Soccer. Se os dirigentes da Participações lhe propuseram um negócio da China, se o presidente do clube foi cúmplice da empresa na jogada, se isso vai proporcionar a Uram a oportunidade de contar com bons jogadores por preço de banana, o empresário cuidou de si.

Muita gente fala em romper com Uram. Primeiro que se for tratar apenas com empresário completamente ético, o Figueira não vai conseguir jogador para contratar. Segundo, e mais importante, é que a Brazil Soccer tem 24 jogadores no atual elenco do Figueirense, sem contar as transferências desta semana. A grande maioria com contrato até 31 de dezembro.

O Figueira então vai ter que negociar com Uram, seja para manter aqui os jogadores que interessam ao clube, seja para dispensar amigavelmente os que não interessam. Se não ou o Figueirense vai terminar o ano pagando o salário de 60 ou 65 jogadores para ter um time capaz de brigar pelo acesso ou vai ter que pagar um caminhão de grana pra rescindir contratos. É melhor então, nesse caso, conversar do que brigar.

A arte de engolir sapos – Na nota do clube divulgada nesta sexta há elogios a Carlos Aragão. Nos próximos dias, veremos muitos tapinhas nas costas, muitos sorrisos e muitos discursos de agradecimento. Faz parte do jogo.

O clube precisava se assegurar que a transição se daria em termos razoáveis e principalmente fora do âmbito da Justiça, o que podia emperrar ainda mais o dia-a-dia da instituição.

A Partipações, por sua vez, usou da força que tinha – os termos do contrato, os direitos econômicos dos jogadores, a cumplicidade do Conselho Administrativo do Figueira – para arrancar o máximo que podia.

Faz parte do processo de negociação. É preciso saber engolir sapos. Deve ter sido necessário ter muita paciência, muita habilidade, muito sangue frio e estômago de aço para conseguir fechar o distrato anunciado nesta sexta-feira.

Então não se iluda. Vai ter muito blá-blá-blá até a Participações ir embora de vez, mas é jogo de cena, é o preço que se paga pela liberdade. O que interessa é que o clube poderá caminhar do jeito que achar melhor a partir de agora e cuidar de seu interesse primordial: vitórias e conquistas.

Por Ney Pacheco.

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