Posts Tagged ‘Figueirense’

Figueira perde a primeira na Série B

domingo, maio 23rd, 2010

A campanha está boa. Duas vitórias em três jogos, dois fora de casa, 66% de aproveitamento. A derrota veio contra um time que não é melhor que o Figueira, mas que soube aproveitar melhor a chance num primeiro tempo equilibrado, em que o Furacão Alvinegro criou oportunidades de abrir o placar.

Não abriu e foi para o intervalo perdendo de um a zero. E aí veio o problema. O banco alvinegro tinha jogadores de bom nível para segurar o resultado, fosse vitória ou empate. Não tinha ninguém capaz de fazer mudar o jeito do time jogar.

Fernandes, o único capaz de fazer isso, não viajou. No mais eram volantes (Jeovânio, Coutinho e Bilu) e um lateral (Bruno). Os dois para o ataque, Jr. Negão e Douglas, não iam conseguir acrescentar nada além do que Willian e Nicácio fariam. E pior, nenhum dos dois tinha a característica para fazer a posição de Willian, que fez uma de suas piores partidas pelo Figueirense.

Em 20 de abril, comentei que do elenco que disputou o estadual, com muita boa vontade 15 ou 16 podiam ficar para a série B, se, de fato, quiséssemos subir. Continuo com a mesma opinião.

Quatro jogadores foram contratados desde então, mas somente neste sábado um deles, Bruno, estreou. O time continua deficiente na ala esquerda, com pouquíssimas opções para a função de meia atacante (hoje era Firmino e Firmino) e para o ataque – Nicácio e William não têm substitutos à altura.

Pelo que vi de Heber no time que jogou contra a Chapecoense pela Copa SC, é melhor dar uma chance a ele do que, por exemplo, continuar insistindo com Douglas.

De qualquer forma, terça-feira o jogo é no Scarpelli e mesmo contra um adversário difícil, com várias figurinhas conhecidas e que não deixaram saudade, como Gallo, Cesar Prates e Elton, é preciso ir com tudo para voltar a vencer.

No Scarpelli, o Figueira tem que mandar.

Por Ney Pacheco.

Figueira em busca da liderança

sábado, maio 22nd, 2010

Com os empates de Náutico e Bahia na noite desta sexta-feira, o Figueira pode assumir a liderança isolada da série B se vencer o América no Mineirão na tarde deste sábado.

Seria um ótimo resultado e extremamente positivo se isolar na liderança tendo feito dois jogos fora de casa e somente um no Scarpelli. Um empate, porém, não pode ser considerado mau resultado.

A ausência de Fernandes da relação dos jogadores que viajaram causou alguma polêmica, mas ao que parece o jogador foi poupado por ter sentido “um desconforto” durante a semana (clique aqui para saber mais).

O mais importante, no entanto, é que o Figueira esteja preparado para jogar num campo de grandes dimensões e que exige uma forma diferente de se posicionar. Pressionar a saída de bola do adversário, por exemplo, além de exigir um grande esforço físico, precisa ser algo muito bem feito para não dar chance do adversário explorar espaços vazios quando o time adiantar a marcação.

Por outro lado, se o América, que empatou os seus dois jogos até agora, se lançar ao ataque, pode dar campo para o Figueira explorar a velocidade de seu contra-ataque.

O time deve ser o mesmo que começou as duas primeiras partidas no campeonato. É uma boa formação e que pode trazer um bom resultado de Belo Horizonte, ainda mais se alguns jogadores importantes como Firmino e, principalmente, Willian e Nicácio subirem de produção. Aí, vai ficar mais fácil.

Por Ney Pacheco.

Torcida do Figueirense presente na Série B

segunda-feira, maio 17th, 2010

Os 7.151 pagantes que passaram pelas bilheterias do estádio Orlando Scarpelli na sexta-feira passada, na vitória sobre a Portuguesa, são um número que ficou abaixo da expectativa.

Não dá para analisar, no entanto, a presença da torcida alvinegra fora do contexto deste início de série B. No balanço geral dessas duas primeiras rodadas da competição, o público pagante do jogo do Scarpelli foi o terceiro maior.

O Figueira só perde para as partidas em Recife. O Náutico levou 8.517 pagantes aos Aflitos no confronto contra o Coritiba na primeira rodada e o Sport contou com 8.307 pagantes na Ilha do Retiro na última terça-feira, no empate com o Guaratinguetá.

Além da paixão do torcedor local por futebol, os clubes pernambucanos têm a vantagem de contar com o programa “Todos com a Nota”, que reserva uma cota de ingressos para serem trocados por notas fiscais.

Claro que a presença de menos torcedores no estádio podem ter outros fatores, como o fato de ser começo de competição, encravado entre as finais dos estaduais, as fases finais da Copa do Brasil e da Libertadores e a expectativa da Copa do Mundo; de haver desconfiança sobre as reais possibilidades da equipe no campeonato e também pela facilidade de acesso ao pay per view, seja em casa, seja no boteco da esquina.

O certo é que a torcida alvinegra continua sendo uma das fiéis e presentes nos jogos. E muitas vezes, o próprio torcedor alvinegro cobra excessivamente a torcida da qual faz parte. Essa avaliação tem ser feita com embasamento e na medida exata, não se restringindo apenas aos números frios.

Notas Alvinegras

* Dois jogos interessantes abrem a terceira rodada da série B amanhã. Portuguesa e Paraná Clube, que perderam na rodada fora de casa, buscam recuperação contra duas equipes cotadas para brigar pelo acesso, Coritiba e Santo André, respectivamente. Será bom para analisar a concorrência. Dos quatro times, só vi a Lusa jogar.

* Depois da derrota em Joinville e com a possibilidade iminente de perder pontos pela escalação de Edson Galvão na partida contra o Imbituba, o primeiro turno da Copa SC já era para o Figueira.

* Creio, inclusive, que a própria Copa SC já era. Na avaliação feita dentro do clube tudo indica que a prioridade é toda para a série B. Considerando a diferença brutal que faz estar na primeira ou na segunda divisão nacional, a decisão faz todo sentido.

* O que se lamenta é que com mais de 50 jogadores no elenco, além dos juniores, o Figueira não consiga fazer um time mais competitivo e qualificado do que o que mostrou até agora na copinha.

* O time do Sul da Ilha devia ao menos ser bem educado e postar uma nota de agradecimento a Leonardo Gaciba em seu site. Ele merece.

Por Ney Pacheco.

Um substituto para Acleisson na Lusa

segunda-feira, maio 17th, 2010

O segundo tempo entre Portuguesa X Figueirense não foi tão ruim, comparado ao primeiro.

A equipe lusitana teve condições de virar o hoje, mas os atacantes não tiveram sucesso nas finalizações.

Com a falha do Preto Costa, o time sofreu o segundo gol no momento que mais crescia na partida.

Atrás no placar, e mesmo com as três substituições a Lusa tentou, mas não conseguiu empatar o jogo.

O técnico Vadão elogiou o desempenho dos jogadores: “Nós não fizemos um bom primeiro tempo, mas conseguimos impor a nossa forma de jogar na etapa final. Temos que ressaltar a postura do nosso time, que brigou até o último minuto pelo resultado”.

A derrota contra o Figueirense foi ruim porque perdemos pontos, que podem fazer falta no fim do campeonato, mas positiva porque o time mostrou uma melhora técnica em relação aos últimos jogos. O processo é lento, mas o time já apresenta um avanço.

Na próxima terça-feira, a Lusa enfrenta o Coritiba, no Canindé, o time do Paraná não venceu até agora na competição e deve partir para cima da Lusa, em busca da primeira vitória.

A equipe rubro-verde corre atrás da segunda vitória e a obrigação de vencer dentro de casa. É importantíssimo ficar entre os quatro até a sétima rodada, antes da paralisação para a Copa do Mundo, e depois correr atrás do título da série B.

Já faz um mês que Vadão assumiu a Portuguesa, será o quarto jogo do treinador, aos poucos está conhecendo o time e encontrando soluções para os desfalques e a falta de vontade de alguns jogadores. Mas uma coisa é muito clara: o treinador ainda não conseguiu achar um substituto para o Acleisson. Eu que não sou expert em futebol, mas conheço a equipe da Portuguesa, não entendo a insistência pelo Acleisson, desde da “Era Benazzi”. Falta um substituto??

Enquanto isso, toda vez que Acleisson estiver com a posse da bola, entrarei em desespero, ganharei rugas, quebrarei unhas e ficarei mais descabelada. Morrer do coração não vou, já tive provas que não tenho problemas cardíacos!

Por Michelle Abilio, do Boteco da Lusa.

Os reforços que a Portuguesa precisa

sábado, maio 15th, 2010

No segundo jogo da Lusa na série B, o terceiro da “Era Vadão”, a Lusa foi derrotada pelo Figueirense, em Florianópolis.

Um jogo bem disputado, em que a Portuguesa mostrou despreparo no início da partida. Muda de técnico, mas os problemas continuam. Às vezes tenho a impressão que o time não treina, e os primeiros 30 minutos da partida dava desespero de ver a equipe lusitana tocando a bola e todos os passes errados do Acleisson. A Lusa estava perdida e despreparada! É claro a falta de dedicação de alguns jogadores.

Não dá para jogar a culpa da derrota em cima de A, B ou C. Nem culpar o Preto Costa por todos os erros durante a partida. O Acleisson também errou demais e os outros jogadores não conseguiram acertar o gol.

Lançamentos de longe, cruzamentos errados, falta de um finalizador mostram o despreparo do time rubro-verde. E se for assim até o fim da Série B, o torcedor deve se preparar para sofrer.

O time precisa de reforços e não refugos! Precisa de um jogador que comande a equipe, com personalidade forte e que assuma a responsabilidade do jogo.

Perder por 2 a 1, não é o fim do mundo, porque é só a segunda rodada do Campeonato,  mas tivemos a oportunidade de empatar e vencer, esses pontos perdidos farão falta daqui 36 rodadas.

Nem me abalei com a derrota, confio na Portuguesa, sem problemas internos, o retorno para  a série A é certo.

Na “Era Vadão”, a Portuguesa tem duas derrotas e uma vitória. Quantas rodadas serão necessárias para a torcida do tremoço soltar o primeiro grito: Fora Vadão?

Por Michelle Abilio, do Boteco da Lusa.

Leia nOs Geraldinos: Lusa Cai Diante do Figueirense

Um Figueirense mais confiante

sábado, maio 15th, 2010

Muito mais do que a liderança provisória, a vitória de 2 a 1 sobre a Portuguesa na noite desta sexta-feira no Scarpelli, foi daquelas que trazem mais confiança ao jovem time alvinegro.

E não dão mais confiança somente. Também ajudam a transformar um time pouco experiente em um time “cascudo”, como se diz na gíria do futebol.

Sim, porque o Figueira derrotou um adversário de boa qualidade, muito experiente e repleto de jogadores rodados, boleiros.

Para derrotar a Lusa, o Furacão Alvinegro precisou derrotar a catimba, a intimidação, e, em alguns momentos, a violência, para garantir a vitória em casa.

Assim, depois de um ótimo começo de jogo, de um bom primeiro tempo e de um segundo tempo bem complicado, o Figueirense conseguiu somar mais três pontos e manter os 100% de aproveitamento neste início de série B.

Em somente dois jogos, o Figueira já se igualou à campanha passada, em que teve duas vitórias contra times paulistas. Só que, no ano passado, só conseguiu isso em 10 jogos.

É um bom começo. Um início que dá moral e mostra para os adversários que o Figueirense pode incomodar.

Ainda neste sábado, um post com mais sustança, analisando com mais detalhes a vitória contra a Lusa.

Por Ney Pacheco.

Torcida não pode ser só claque

terça-feira, maio 11th, 2010

Uma boa vitória do Figueira fora de casa

domingo, maio 9th, 2010

O Figueirense deixou de lado o nervosismo da estreia e conquistou uma vitória fora de casa sobre um adversário listado entre os candidatos ao acesso. É um fato que merece ser valorizado.

Como comentamos no post anterior, no ano passado, o Figueira perdeu oito de 10 jogos contra times paulistas. Neste sábado, conseguiu sua primeira vitória contra um paulista e jogando como visitante. Se é muito cedo para apontar qualquer tendência, o resultado serve sim para aumentar a esperança em um bom começo na série B.

Mesmo sem fazer uma grande atuação, o Figueirense mostrou ter um time mais técnico e bem mais ajustado que o São Caetano. No primeiro tempo, enquanto o Figueira esteve intranquilo e errou passes demais, o Azulão criou suas oportunidades de abrir o placar, notadamente no início da partida e/ou em lances de bola parada.

A partir do momento que o toque de bola do Furacão Alvinegro começou a funcionar, principalmente no segundo tempo, o jogo passou a ser controlado pelo Figueira. Assim, apesar do rendimento abaixo do normal de jogadores importantes como Willian, Firmino, Juninho e até de Marcelo Nicácio, que lutou muito, mas produziu pouco, a segunda etapa foi quase toda do Alvinegro.

Se no primeiro tempo, o jogo, de baixo nível técnico, teve um predomínio do São Caetano, na segunda etapa, o Figueira voltou mais ligado, mais ofensivo e passou a jogar no campo do adversário.

O time não criou grandes chances de gol, mas depois da entrada de Fernandes ganhou qualidade no passe, as triangulações e tabelas começaram a se suceder até que Firmino aproveitou o erro do zagueiro, depois de lançamento de Juninho, para abrir o placar.

Depois Willian pediu para sair e aí Márcio Goiano pode ser criticado porque o substituiu por Bilu e adiantou Firmino e Fernandes para o ataque. Por alguns minutos, o São Caetano passou a pressionar o Figueira, mas logo em seguida o Alvinegro retomou o controle da partida.

O certo é que ao olhar um banco com Douglas e Junior Negão para o ataque, é de se pensar muito mesmo se não vale a pena deixar a qualidade em campo, com Firmino e Fernandes na frente, em vez de evitar improvisações.

Apenas dois times venceram como visitantes nesta primeira rodada da série B: Santo André e Figueirense. O primeiro enfrentou o Icasa, caçula da segunda divisão, vindo da segundona cearense. O Figueira derrotou o vice-campeão do interior paulista, tido e havido como o melhor campeonato estadual do país, candidato ao acesso à série A.

O Figueira começa muito bem, portanto, a série B. Uma vitória para motivar a torcida e encher o Scarpelli na sexta-feira, quando a pedreira será maior ainda no jogo contra a Portuguesa, que, mesmo sem sete titulares, goleou o Vila Nova na estréia.

Vitória para dar ainda mais moral para o time alvinegro.

Por Ney Pacheco.

Figueira inicia luta pelo acesso

sábado, maio 8th, 2010

Se quiser conquistar o acesso, o Figueirense vai ter que começar a construir uma história diferente a partir deste sábado na comparação com a campanha da série B no ano passado.

O jogo contra o São Caetano é a primeira oportunidade para o Figueira começar a ter um retrospecto melhor do que os péssimos resultados obtidos contra os times paulistas na segundona de 2009. Foram 10 jogos, com oito derrotas e somente duas vitórias. No Scarpelli, o Figueira só venceu o Bragantino. Fora, só derrotou a Ponte Preta. Seis pontos conquistados em 30 possíveis. Considerando que o Figueirense ficou a cinco pontos da classificação para a série A, nota-se o estrago que o pífio desempenho fez no resultado final.

Outro aspecto da campanha que precisa ser melhorado é um fato bem conhecido de Márcio Goiano: a importância de vencer em casa. No ano passado, o Figueira perdeu absurdos seis jogos em 19 em casa. Venceu 12 e empatou um. Foram 37 pontos ganhos em 57 possíveis, com 64,91% de aproveitamento. Muito pouco para quem joga em casa, muito pouco para quem quer subir, muito pouco para quem tem uma torcida como a do Figueira.

Só que Márcio Goiano sabe bem que é preciso mostrar quem manda quando se joga em casa. Em 2001, quando era zagueiro e capitão do time que subiu para a série A, foram 14 vitórias, dois empates e uma derrota em 17 partidas no Scarpelli. 44 pontos ganhos em 51 possíveis, ou seja, 86,27% de aproveitamento.

Um dos aspectos positivos da campanha no último campeonato estadual é que o Figueirense retomou um pouco da mística do caldeirão do Scarpelli. Foram três empates e sete vitórias jogando em casa. Sendo que dois destes jogos tiveram Renê Weber como técnico (vitória contra o Imbituba na estréia e empate com o Atlético de Ibirama). Resta saber, se enfrentando times teoricamente mais qualificados, o Figueira vai conseguir manter ou melhorar a média.

Este sábado traz o primeiro desafio. Alguns dizem que o Figueirense tem um bom elenco para a série B. Discordo. Podemos até ter um bom time, mas falta elenco. Como, no entanto, está todo mundo à disposição e a equipe já tem um entrosamento e uma maneira de jogar, podemos sim trazer um bom resultado do Canindé.

Pra cima, Figueira!

Por Ney Pacheco.

O primeiro passo do Figueira

quinta-feira, maio 6th, 2010

Está chegando finalmente, depois de um longo e tenebroso inverno sem futebol. É uma coisa chata ficar sem ter jogo para assistir, sem ir ao Scarpelli, só ficar esperando que a bola volte a rolar.

Pois agora está bem perto. Nesta quinta-feira, o Figueira deve apresentar dois novos reforços, o já há muito anunciado Bruno Formigoni e o lateral/meia Pedro Carmona, que disputou o campeonato gaúcho pelo São José. Carmona havia sido indicado ao Criciúma pelo técnico Argel Fucks, que o treinou no clube de Porto Alegre. Também especulou-se, em Coritiba, sua ida para o Atlético-PR. Eu, particularmente, não conheço o jogador.

Fora de campo, Abel Ribeiro chegou para ser auxiliar técnico, indicado pela direção do clube, e Benevan dos Santos veio por indicação de Márcio Goiano. Não conheço este último, mas Abel é velho conhecido. Nunca fui muito fã de seu trabalho como treinador, mas acredito que ele seja um bom montador de times, com bom olho para avaliar jogadores. Resta saber se esta vai ser uma de suas funções no Scarpelli.

Para a estreia contra o São Caetano, a CBF transferiu o jogo para o Canindé, pois o Anacleto Campanella foi interditado pelo Ministério Público. Não muda muito. A torcida do Azulão é minúscula e não incomoda ninguém.

O Canindé tem um gramado razoável e boas dimensões. Não vai atrapalhar o estilo de jogo do Figueira como certos campos do campeonato estadual atrapalharam. É botar a bola no chão e mostrar o que sabe.

Claro que o adversário pode incomodar, pois é um dos candidatos ao acesso. Aliás, a tabela não é muito amiga do Figueira, que pega São Caetano, Portuguesa e Náutico nas quatro primeiras rodadas. Nada de moleza, de ter tempo para se adaptar à competição e ganhar confiança. É osso duro logo de cara.

Por outro lado, bons resultados já vão elevar o ânimo às alturas. Uma boa exibição e um bom resultado no Canindé são o primeiro passo.

Por Ney Pacheco.

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