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Lima (Joinville)

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Joinville abre 2 a 0, mas leva empate da Chapecoense

sábado, julho 13th, 2013

Por Espaço do Verdão.

O Joinville tentou mostrar aos adversários da Série B que a Chapecoense é formada por homens, falíveis e imperfeitos. Provou e também experimentou outra virtude de líder: a força em reverter o prejuízo. O JEC saiu na frente na Arena Joinville. Abriu dois de vantagem no primeiro tempo. No segundo, começou a tomar o empate após a expulsão de Eduardo. O prejuízo causado foi pago na mesma moeda. O Verdão de Santa Catarina mostrou persistência e frieza, simbolizada pelo gol do empate de Soares. Devolveu os dois gols e fechou o placar em 2 a 2, na tarde-noite deste domingo, pela oitava rodada da Segundona.

Sofrer o empate com cara de virada não foi tão ruim ao Joinville, pelo menos se apenas a tabela de classificação for observada. O time no Norte catarinense entrou no G-4. Está na terceira colocação com os 16 pontos que soma. A Chapecoense viu diminuída sua diferença para o Palmeiras, segundo colocado. Agora, dois pontos separam os ‘verdões’.

Wellington Bruno Chapecoense Joinville (Foto: Leo Munhoz / Agência RBS)
Chape sofre e não se abala, empata o jogo após dois do Joinville (Foto: Leo Munhoz / Agência RBS)
Com a força extra proporcionada pela maioria dos 10.177 torcedores na Arena Joinville, o JEC desafiou a solidez de Verde. Até rachar, virar buraco e escancarar o caminho para fazer a bola passar. Pela direita, abriu passagem para o gol inicial, aos 24, de Ricardinho. Mesma rota em que saiu o segundo, aos 36, de letra e de Lima. No segundo tempo, foi a Chapecoense que partiu para jogar no campo de ataque. Acendeu a chama, mas só colocaria fogo aos 20, no décimo gol de Bruno Rangel na Série B. Mas nada esquentou mais que a expulsão de Eduardo, do Coelho. Calor contrastante com a frieza da Chapecoense. O atacante Soares teve requintes de crueldade no gol do empate, aos 34.
Na nona rodada da Série B, os dois times voltam a campo no próximo sábado, dia 20. O Joinville vai ao Rio Grande do Norte para enfrentar o ABC, no Frasqueirão, às 21h. A Chapecoense volta para casa. Na Arena Condá recebe o América-MG, às 16h20m.
Racha, abre e passa
A paciente Chapecoense pareceu ter fugido de sua característica no nascente da partida, porque pagou na mesma moeda o atentado que obrigou Nivaldo trabalhar. No quinto minuto, Rafinha cruzou certinho para Ronaldo cabecear e o goleiro defender. A Chape esqueceu do costume, de suportar o tranco e seguir de pé. Foi ao revide. No minuto seguinte, Fabinho Alves mandou fogo quente que esquentou a mão de Ivan. A defesa do JEC completou para afastar. Armas apresentadas, os times se mexeram no campo formando o desenho que deles se esperava. O Joinville tentava jogar em cima e fazer de uma mínima rachadura um buraco na defesa de verde. Acostumado a suportar, o Verdão do Oeste de SC buscava o contra-ataque ou a bola parada para chegar até o gol. Das pretensões, as tricolores foram melhores no primeiro tempo.
Dois espaços abertos por Eduardo e Lima se transformaram na brecha para o gol escancarado que Ricardinho só teve o trabalho de fazer a bola se arrastar até a rede. O lateral-foguete do JEC disparou até o fundo e mandou para Lima. Mas o homem de 131 gols com a camisa vermelha e preta abdicou de mais um. Abriu as pernas e enganou a defesa verde para colocar a baliza inteira na frente do amigo de longa data e clube. Ricardinho botou a bola para dentro e a mão no rosto logo depois. Chorou emocionado pelo tento que diminuiria a carga da cobrança sobre ele. O Joinville estava na frentE: 1 a 0. Eram decorridos apenas 24 minutos.
O lado esquerdo da defesa seguiu aberto após o gol. Por ali passou o segundo, novamente brotando dos pés de Eduardo. O ala parou na frente dos defensores e rolou para Ronaldo fazer o cruzamento rasteiro para o meio, tal qual poderia ter feito o companheiro que fez o passe. Lima nem tinha como servir alguém ao aparecer para receber. Foi de letra e foi no gol. O segundo do JEC no jogo, o sétimo do camisa 9 joinvilense na Série B. Aos 41, Athos cometeu ato impaciente. Chegou na frente da área e soltou o chute desesperado. Não passou de susto a Ivan, por passar perto do travessão. O Joinville estava na frente. Foi tranquilo ao vestiário. Parecia que tinha o controle. Só parecia.
‘Chapequente’ põe fogo
Com Anderson Pico no lugar de Tiago Saletti na lateral-esquerda, a Chapecoense voltou para o jogo e a fazer o seu jogo mais na faixa do campo de ataque. Trocava passes e empurrava o Joinville para trás. No entanto, não conseguia passar disso. Tanto que o técnico Gilmar Dal Pozzo tirou o volante Augusto para colocar o atacante Tiago Luís. Os donos da casa acreditavam que a partida poder estar definida. Para garantir, o volante Somália entrou para formar o meio com três volantes. Ledo engano de Arturzinho.
Com três atacantes, a ‘Chapequente’ botou fogo no jogo. Aos 20, Paulinho Dias fez a bola ir da ponta esquerda para o meio da área. No alto e em cima. Na medida para um atacante que se agiganta com a camisa verde. Bruno Rangel subiu e colocou a cabeça na bola e a Chapecoense com esperanças. Foi o gol do desconto e era só o início do calor. É que aos 28 minutos Eduardo deixou o cotovelo no rosto de Paulinho Dias. Como o lateral já tinha cartão amarelo, Rodrigo D’Alonso Ferreira mostrou o vermelho. O cenário para a Chapecoense reverter estava formado.
Ganhou forma aos 34, num gol que simboliza a frieza que a Chape tem – um contraste à temperatura que imprimia ao confronto. Novamente Paulinho Dias cruzou para dentro da área. Mas desta vez foi no segundo pau. No pé de Soares, que acabara de entrar para formar a ofensiva de quatro homens de camisa verde. Ele dominou no bico da pequena área, ainda cortou o marcador antes de mandar bala na bola cruzada e certeira. Dentro do gol. Empate com cara de virada: 2 a 2. Gelou a Arena Joinville, que vaiou os jogadores do JEC após o segundo tropeço seguido em casa.

Joinville goleia Barueri por 4 a 0 na Série B

sábado, julho 7th, 2012

Por JECMania.

A dúvida mais comum ontem, ao final do jogo, entre meus camaradas, era: nós é que jogamos muito bem, ou o time do Barueri é que era muito ruim?

-Pra falar a verdade, eu não tenho certeza sobre a resposta. É fato que após o nosso segundo gol eles passaram a andar em campo, afrouxaram a marcação e facilitaram a goleada. Some-se a isso o nosso primeiro gol, marcado aos 45 segundos de jogo em cobrança de escanteio, o que tornou tudo muito mais fácil.

No primeiro tempo, além do gol relâmpago, tivemos mais duas chances, uma com um chutaço de Tiago Real no travessão, e outra em passe de Lima para Alex, que desperdiçou.

Na segunda etapa, mais uma vez no início – aos dois minutos – Leandro Carvalho marcou o gol que matou o Barueri. Houve ainda tempo para mais dois gols, novamente de Alex e Leandro, um gol anulado, e mais uma infinidade de chances desperdiçadas.

É de se notar que todos nossos quatro gols saíram em bolas alçadas para a área do Barueri, dois após escanteios, o que demonstra a fragilidade da zaga do time paulista. E ofensivamente, a meu sentir, em todo o jogo, eles só criaram duas jogadas que se pode dizer de algum perigo.

Repito: fizemos quatro gols de bola aérea – isso diz mais sobre o problemas da zaga deles do que sobre a qualidade do nosso ataque, penso eu.

Assim, um bom jogo do JEC e um jogo ruim do desanimado time do Barueri parecem se complementar na análise da partida. O problema é todos deles; se vieram mal, goleamos.

Mas há de reconhecer algumas coisas, fazer certas observações, e pequenos reparos à esta bela vitória que nos levou, ao menos momentaneamente, ao quinto lugar, empatados com nosso próximo adversário – o São Caetano.

Reconhecimento: com o gol antes de um minuto de jogo, todos (sim, todos) os jogadores correram para o banco. Considero que com tal atitude tivemos uma demonstração inequívoca do apoio do grupo a Leandro Campos. Não adianta a corneta, portanto, ao menos por enquanto; se os jogadores são por ele, não adianta ser do contra. E dedicar gol pro amado técnico não tem problema – o que não dá é pra dedicar desarme e chutão pro lado, como eu disse no último post.

Mas que LC também reconheça que dá pra ir a frente, que dá pra atacar um pouquinho, mesmo fora de casa; que só retranca enche o saco da torcida, desanima, que o saldo de gols é coisa muito importante (portanto fazer gols, também).

Já pensaram a tabela com uma vitória em São Caetano para então pegar o Ipatinga em casa? Mas sem ir ao ataque, ficará difícil.

Observações: Diego Jussani estreou bastante bem, com o tempo por sua qualidade e juventude (o bom PP está com 34) deve assumir a camisa de titular; Tarcísio (que eu ainda não havia visto ao vivo na lateral) fez ótima partida, incisivo, driblador, tendo jogado muito melhor do que Romano vinha jogando, por exemplo, e dando opção ofensiva pelo lado esquerdo que não vínhamos tendo. Já ganhou a posição. No mais, fizemos uma partida uniforme, ninguém destoou.

Reparos: ainda há certas brincadeiras desnecessárias de Ivan e de nossa zaga quando temos a bola dominada. Tarcísio, apesar da ótima partida, aprenderá que os lances de drible, passes arriscados podem ser reservados para o campo ofensivo, evitando riscos quando perto do próprio gol.

Estamos na quinta posição, na rodada ainda podemos ser ultrapassados por Goiás e Paraná ou BOA, mas o saldo do jogo dessa sexta foi credor. Vimos que o ataque compensa, subimos na tabela, aumentamos a confiança em nosso jogo, e parece que ganhamos mais dois jogadores confiáveis. Não podia ser melhor. LC terá uma trégua neste blog – pelo menos por uma semana. AVANTE, JEC!

Joinville bate ASA e é terceiro na Série B

quarta-feira, junho 6th, 2012

Por Jecmania.

TERCEIRO, OBA, OBA!

Mas ontem foi mais na sorte do que na competência. O ASA veio aqui para empatar, e por muito pouco não conseguiu o seu intento. Até jogou para tanto.

Leandro Campos tem um milhão de qualidades, mas tem alguns  defeitos. Ontem, inventou e escalou mal o time.

Primeiro, um aviso: me recuso terminantemente em falar em “asa negra”, “asa branca”, “quebrou a asa”, ou outras figuras de linguagem que aposto você lerá em quinta-colunistas que grassam por aí. Feito o parêntese, volto ao texto.

Quem entendeu a montagem do time, em casa, com um só atacante, e com Carlos Alberto na meia? Eu não entendi e ouso dizer, nem o time entendeu, tanto é que aos 30 min, LC se ligou da cagada que fez, tirou Charles Albert e colocou Alex no jogo, fazendo o feijão com arroz, melhorando o time a olhos vistos. Reconheço que Ricardinho fez falta para ajudar o treinador, mas não dá pra entender CA na meia e Marcinho – até porque ainda fora de forma – de quinto meia-cancha e ao mesmo tempo falso ponta-esquerda), tendo que atacar e voltar pra marcar, o Lima isolado, e nós tocando bola de um lado pro outro. Marcinho teria de jogar num espaço mais reduzido, ditando o ritmo do jogo, e não correndo atrás da bola, até pela falta de preparo.

E, por opção do técnico, mais uma vez, como já tínhamos feito em Floripa, jogamos fora 30 minutos do jogo, restando apenas 60 minutos para buscar o resultado numa partida que, de ordinário, dura noventa.

Cheguei em casa e revi o jogo (na verdade o segundo tempo) no PFC, e vários lances em que achei que falhamos, em que o JEC errou, na verdade, eu por estar longe lá nas arquibancadas, é que não vi corretamente o que houve.

Num lance aos 18 do segundo tempo, em que no campo achei que o Lima perdera o gol feito, na TV deu pra ver que ele fez tudo certo, e o goleiro fez boa defesa. Não fez o gol porque era impossível.

O pênalti que da arquibancada reclamamos sobre o Eduardo, na TV, pra mim ficou claro que a falta foi fora da área. Enfim, no campo, embora se sinta a emoção do jogo, por causa da distância – esses lances foram do outro lado do campo – muita coisa não se consegue ver. Até a expulsão deles, por volta dos 25 do segundo tempo, foi, para mim, excesso de rigor do árbitro a nosso favor.

O nosso gol – anotado milagrosamente por Tiago “Charles Guerreiro – um gol a cada duzentos jogos” Real (tomar que desencante de vez) – foi metade gol de mão (ainda que sem querer) do Alex. Reclamar da arbitragem hoje seria uma absoluta injustiça. Tá beleza, depois de tanto tempo sendo prejudicados, alguma vantagem também é bem-vinda. Tomara que isso já seja resultado de alguma pressão do Clube sobre quem escala os assopradores de apito.

Concluindo sobre o jogo: como disse um amigo, o time do ASA não tem nada de bobo, incomodará muita gente, marca bem, vai roubar muitos pontos. Hoje conquistamos uma vitória importantíssima, com futebol mediano. Mas eu não quero muito mais do que isso. Se continuarmos jogando mais ou menos, mas vencendo, tá tudo beleza. Mas vamos evitar erros bobos, como o da escalação inicial de hoje.

Enfim, vencemos. E é muito bom, até para satisfação pessoal, pois é fato  que eu não me conformaria se perdêssemos pontos para um time alagoano. Seria muito castigo, quase um karma. Alagoano já basta um.

E tudo posto, o saldo é muito positivo. Vitória que nos coloca provisoriamente em TERCEIRO na tabela, e nos dá uma tranquilidade absurda para trabalhar até o próximo jogo, daqui a dez dias. Ou seja, finalmente Leandro Campos terá tempo para ajustar (ainda mais) o time, testar todo mundo, e oxalá, evitar erros como o cometido na escalação inicial de hoje.

Depois desses dez dias, erros bobos não serão mais relevados.

Providências óbvias: botar Marcinho em forma, porque está claramente abaixo do que pode render; testar opções para o ataque, que incluam Aldair como opção ofensiva para a segunda etapa; acertar a escalação para que joguemos o tempo todo, e não apenas 60 minutos; pensar numa escalação, ao menos em casa, sempre com dois atacantes desde o início, para que Lima não fique maluco e daqui a dois jogos comece a chamar pelo Wilson, tal qual um náufrago desesperado; recuperar fisicamente os contundidos; tentar recuperar o Gilton, porque ele tem um potencial ofensivo muito bom, mas alguém tem de conscientizá-lo que o futebol profissional não é uma brincadeira, e que se ele levá-lo a sério, tem capacidade para reassumir a lateral, ou pelo menos forçar Romano a subir o seu nível (esse ainda precisa melhorar).

O próximo jogo: o Ceará, daqui a dez dias, virá a Joinville com um, ou no máximo, quatro pontos (antes de vir aqui enfrentará o ABC em casa). Virá no desespero total, precisando de pontos. Um pouquinho de inteligência – e acertos nesses dez dias tranqüilos – nos dará a total possibilidade de explorar a agonia cearense, e nos levar a 13 pontos em 6 rodadas, dando uma puta tranquilidade para encararmos dois jogos fora de casa, contra Paraná e BOA, com toda a fleugma necessária para buscarmos dois ou três pontinhos on the road, e seguirmos nessa toada vitoriosa.

Nesses dez dias sem bola rolando, vou falar de coisas que tenho relegado a um segundo plano, mas que agora é chegada a hora de falar.

E começarei pelo prometido post “Onde esta “Wally(son) Tovar?”. Acho que tá na hora. AVANTE (E EM TERCEIRO LUGAR), JEC!

Ficha técnica: JEC 1 x 0 ASA, Arena, 05.06.2012, público de 7.437.
JEC: Ivan; Eduardo, Pedro Paulo, Maurício e Romano; Leandro Carvalho, Glaydson, Carlos Alberto (Alex), Tiago Real e Marcinho (Jocinei); Lima (Jean Carlos). T: Leandro Campos.
ASA: Gilson; Gabriel, Fabiano, Gaúcho e Chiquinho Baiano; Jorginho, Audálio, Cal, Danilo Cruz (Elvis) e Valdívia (Roberto Jacaré); Lúcio Maranhão (Alexssandro). T: Heriberto da Cunha.
Gols: Tiago Real, aos 29’ do 2º T.

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