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Lucas

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Os boleiros no 1º dia de carnaval

sábado, fevereiro 18th, 2012

No primeiro dia de carnaval, atletas e ex-atletas da bola, além de musas de jogadores, marcaram presença no sambódromo paulistano. Na Mancha Verde, os ídolos palmeirense Marcos e Edmundo estiveram no desfile, que contou com outra presença do mundo da bola: a modelo Viviane Araújo, raínha de bateria da escola e que é esposa do volante Radamés, do Boa Esporte Clube.

Outro que esteve no sambódromo do Anhembi foi o pentacampeão Cafu, que desfilou na Vai-Vai. Lucas, meia do São Paulo, esteve no desfile mas não desfilou em nenhuma escola.

Marcos e Edmundo no desfile da Mancha

Viviane Araújo, mais uma vez à frente da bateria da Mancha Verde

Bugre deixa a vitória escapar

domingo, maio 22nd, 2011

Por Cacique da Oca, da Oca do Bugre.

Na sua estréia no Brasileiro da série B, o Guarani empatou em 2 x 2 com o Criciúma, ontem á tarde em Santa Catarina.

Depois de só se defender no primeiro tempo, na etapa final a equipe se soltou e o primeiro tento bugrino no campeonato, só podia ser dele, Fabinho, o incansável guerreiro, o segundo foi de Jefferson Luis de pênalti.
Destaque para o estreante Lucas, que apesar de ter falhado no gol de empate do adversário, marcou muito bem, fechando a entrada da área e protegendo a zaga e para o meia Dadá, que correu muito, marcou, apareceu no ataque, cobriu na defesa e mostrou que vai ser muito útil a equipe.
Continue lendo aqui.

Empate com sabor de derrota para o Figueira

quarta-feira, maio 27th, 2009

O Figueira desperdiçou dois pontos ao ceder o empate ao Ceará nesta terça-feira, no Castelão, depois de abrir uma vantagem de 2 a 0 no placar.

O time mostrou uma grande eficiência ofensiva, mas foi pressionado pelo Ceará o jogo inteiro. Enquanto o adversário não conseguia acertar o gol, tudo bem. No segundo tempo, quando foi para o tudo ou nada e o meia Geraldo resolveu jogar futebol, o Vovô chegou ao empate e por pouco não saiu com a vitória.

O Furacão Alvinegro voltou a mostrar um problema que é crônico desde o ano passado, mesmo mudando jogadores e treinador: a falta de posse de bola. É muito chutão, muita bola esticada. Quando a bola cai nos pés de Lucas e Rafael Coelho sai coisa boa. A questão é a bola chegar para eles.

Ao final da partida, Roberto Fernandes disse, em entrevista à Sportv, que o time devia ter segurado mais a bola e que não fez isso por conta da inexperiência da maioria dos jogadores. Não foi só isso. O técnico também não colaborou para que isso acontecesse.

A formação inicial, com três zagueiros e um meio-campo formado por Luciano Totó, Roger e Alê não teve tempo de ser avaliada, pois Totó torceu o tornozelo e precisou ser substituído antes dos 10 minutos do primeiro tempo.

Aí, Roberto Fernandes resolveu surpreender, trocando o volante pelo atacante Clodoaldo. Logo depois, aos 13 minutos, o Figueira fez um a zero, com Roger, de cabeça, depois de ótimo cruzamento de Lucas.

Só que o Furacão Alvinegro não tinha ninguém para prender a bola e cadenciar o jogo. Schwenck voltou para dar combate, fechar o meio e funcionar como armador (!!!???). Clodoaldo não acrescentou absolutamente nada. Até porque não houve bola trabalhada para ele e não é o jogador indicado para se jogar no contra-ataque.

Assim, o Ceará tinha a bola e prosseguia martelando. Quando o Figueirense botou a bola no chão e fez um a zero. No segundo tempo, o panorama não mudou. Bola com o Ceará quase o tempo todo e o Figueira rifando a pelota. Quando a botou no chão, numa belíssima arrancada de João Felipe, chegou ao segundo gol.

Era o momento de tirar um atacante e ter mais gente no meio, para prender a bola e trabalhar com mais qualidade no contra-ataque. No banco, Fernandes tinha Kássio, Pedrinho e Paulinho. Podia ter escolhido qualquer um deles, mas demorou, demorou, demorou e só depois de levar o empate resolveu fazer a troca.

Só que ai outra surpresa, manteve os três atacantes e botou Paulinho no lugar de Alê. Depois tirou o esgotado Anderson Pico para a entrada de Juninho, já que o Ceará fazia a festa por aquele lado.

Por pouco o Figueira não deixa escapar mais um ponto. Em grande parte pela teimosia do seu técnico, que insistiu em não reparar o erro cometido na primeira substituição. E aí não dá para jogar a responsabilidade nos garotos. Os garotos Rafael Lima, Lucas, João Filipe e Rafael Coelho foram os melhores do time. O esquema de jogo é que precisa ser ajustado para o time render melhor e não desperdiçar pontos como ocorreu nesta terça-feira.

O empate foi um mau resultado pelas circunstâncias. O Ceará é um time com alguns bons jogadores do meio para frente como Geraldo, Wellington Amorim e o autor dos gols, Preto. Mais ajustado, jogando num campo de dimensões enormes, com a grama na altura do tornozelo, enlameada e cheia de buracos, pode tirar pontos de muita gente. Desta vez, no entanto, o Figueira facilitou a tarefa do adversário.

Por Ney Pacheco, do Furacão Alvinegro.  continue lendo aqui.

As lições da derrota do Figueirense

segunda-feira, maio 25th, 2009

O jogo se anunciava difícil e de fato foi. A vitória da Portuguesa foi merecida, pois o time paulista se mostrou mais organizado, entrosado e eficiente. Marcou forte o Figueirense, aproveitou as poucas chances que criou e segurou a bola quando foi preciso.

A Lusa se confirmou como o adversário mais difícil que o Figueirense teve nestas três rodadas iniciais da série B. O resultado e, principalmente, o desempenho do Furacão Alvinegro mostraram é que preciso ajustar muita coisa ainda.

A primeira é que Lucas faz uma falta danada à equipe. Nem Wellington nem Anderson Pico conseguem produzir boas jogadas no nível que Lucas consegue. Como Kássio ainda não assumiu o protagonismo na criação de jogadas, exigido para um meia, e Pedrinho ainda não mostrou que pode fazer a diferença, o time sofre para levar perigo, especialmente contra adversários fechados. Ainda mais jogando no 4-4-2, sistema no qual os laterais não podem avançar tanto como apoiam quando a defesa é composta por três zagueiros. Assim, a vinda de Egídio para a lateral esquerda pode ser importante. Pico continua abaixo do que se espera dele, enquanto Wellington está longe de ser o jogador que o Figueira precisa para a posição, notadamente depois do faniquito de hoje antes da cobrança do pênalti.

A equipe precisa de mais qualidade. Uma análise mais imediata mostra então que as laterais, as meias e a zaga precisam de jogadores melhores. Perone, no primeiro tempo deste sábado, mostrou pela, enésima vez, que não pode ser titular. É o mesmo caso de Anderson Luís. Pode ser que em outro clube encontre seu caminho. Aqui, em mais de um ano, errou muito mais do que acertou.

O segundo ajuste reside na necessidade de ainda trabalhar o emocional dos jogadores. Apesar de vários jogadores não terem participado da campanha do rebaixamento no ano passado, o time ainda se desestrutura quando sofre um gol. Foi assim quando tomou o um a zero. Foi assim quando a Lusa fez 2 a 0.

Para não “desmontar” quando sai atrás no placar, um time precisa estar bem entrosado, bem preparado, mas também com a cabeça no lugar. Esse estágio o Figueira ainda não atingiu. É algo que precisa avançar para o Figueira continuar entre os ponteiros da série B.

O Figueira não está pronto. A derrota para a Portuguesa, ainda na terceira rodada do campeonato, mostra que o Furacão Alvinegro precisa continuar corrigindo suas deficiências para fazer a campanha que se espera dele.

Por Ney Pacheco, do Furacão Alvinegro. Continue lendo aqui.

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