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Roberto Fernandes

Posts Tagged ‘Roberto Fernandes’

Mas já? Luiz Alberto deixa o América

quarta-feira, maio 16th, 2012

Por Blog do Niltinho Ferreira

O técnico Roberto Fernandes tem o primeiro desfalque para o Campeonato Brasileiro da Série B. O zagueiro Luiz Alberto, que chegou ao clube nesta quarta-feira (16) terá que deixar o América. O jogador está com problemas pessoais e teve que voltar ao Rio de Janeiro e chegou a um acordo com a diretoria do América. A informação foi confirmada pelo diretor executivo de futebol do clube, Leandro Sena.

O jogador foi confirmado como nova contratação nesta terça-feira (15), mas não chegou a se apresentar ao técnico Roberto Fernandes. Luiz Alberto chegou a Natal na madrugada desta quarta-feira (16). Com o desfalque do jogador, a diretoria busca um novo nome para substituí-lo.

Site Oficial do América-RN

Figueirense supera Duque de Caxias e está na briga

domingo, agosto 16th, 2009

Três zagueiros na zaga, dois alas nas alas, dois volantes e um meia no meio-campo, dois atacantes no ataque.

Assim, o Figueira começou e mandou no jogo contra o Duque de Caxias nesta tarde. O único reparo que eu poderia fazer é ter entrado com Carlinhos e Jeovânio. O melhor, para mim, seria Jeovânio e Paulinho.

Inegavelmente, no entanto, o meio-campo com os dois volantes pegadores funcionou muito bem no primeiro tempo. Lucas, Egídio e Fernandes estiveram completamente liberados para se juntar aos atacantes. A defesa estava protegida e bem postada, tanto que o adversário só conseguiu arriscar chutes de fora da área, enquanto o Figueira empilhava chances de gol.

O Figueira poderia ter metido uma goleada histórica. Paulo Sérgio e Lucas perderam uma quantidade industrial de gols. Por conta disso, o time levou sufoco no final, tomou dois gols absolutamente iguais em bobeiras da defesa. Mesmo assim, a vitória merecida foi garantida.

O que ficou evidente, no entanto, foi a mudança de postura da equipe. Os zagueiros nunca haviam jogado juntos. O meio-campo fazia sua segunda partida. Os atacantes também nunca haviam atuado juntos. Apesar destes complicadores, o Figueira fez uma grande partida enquanto suas principais peças tiveram fôlego para comandar o time. Fernandes no meio, Lucas na direita e Egídio na esquerda levaram o time para frente e deixaram a defesa do Duque de Caxias em pânico.

Depois da saída de Fernandes e Lucas, o time perdeu o controle do jogo, mas o fundamental é que o time não foi medroso, soube se impor, cada um na sua, buscando a vitória.

A partida de hoje mostrou que sem medo, sem invenção, o Figueira tem time para enfrentar qualquer um nesta série B. O Duque de Caxias não é o bicho, como não eram os três adversários anteriores. Só que hoje o Furacão Alvinegro tomou a iniciativa e fez prevalecer sua melhor qualidade.

É só isso que se pede: um time que jogue bola e busque a vitória. Vencer nem sempre é possível, mas tentar vencer é.

Por Ney Pacheco.

Derrota pode derrubar Roberto Fernandes

sábado, agosto 15th, 2009

Os outros continuam ajudando. Com os resultados desta sexta-feira, o Figueirense, se derrotar o Duque de Caxias, pode terminar a rodada em 5º lugar, a um ponto do G4, ou em 6º, mas ainda um ponto, se a Portuguesa derrotar o Vasco.

Desfalques mesmo, o Furacão Alvinegro tem três: Régis, Edson e Rafael Coelho suspensos. Vinicius Pacheco esteve fora dos últimos três jogos. Schwenck e Clodoaldo estão afastados há mais tempo ainda.

Como quatro jogadores foram postos para treinar em separado (Anderson Pico, Totó, Kássio e Ricardinho), a possibilidade de Roberto Fernandes inventar uma escalação mirabolante é bem menor. Embora, muitas vezes, não haja limites para a criatividade humana.

É interessante notar, no entanto, como as decisões no futebol estão atreladas quase ao acaso, a possibilidades aleatórias, a lances fortuitos.

Nas horas difíceis, o jeito é acreditar na força da camisa

Roberto Fernandes pode ser mantido se não perder e pode ser demitido se perder. O que muda, no conceito da diretoria, que o manteve depois de três derrotas, para decidir mandá-lo embora se perder neste sábado? Se o time fizer outra partida ruim, mas conseguir a vitória numa boa jogada de Lucas ou Fernandes? E se fizer uma grande apresentação, botar quatro bolas na trave, tomar um gol espírita e perder o jogo? O técnico fica no primeiro caso e vai embora no segundo?

É claro que as últimas três derrotas interferiram no meu humor. Como torcedor, não consigo levar na boa três derrotas pífias para adversários inferiores ao Figueirense. Digamos, no entanto, que os últimos maus resultados foram o ponto que culminou no fim da paciência deste blogueiro. Depois de ver o time oscilar brutalmente de uma partida para outra e de ficar sem entender as opções do técnico, finalmente resolvi me pronunciar sobre a necessidade de trocá-lo por outro profissional.

Neste sábado, torcerei pela vitória como sempre. Sem muitas viagens a respeito do que ela trará de bom ou ruim. Importa é quebrar a sequência e permanecer entre os primeiros do campeonato.

O Figueira tem essa mística de se complicar quando é favorito absoluto e de ressuscitar nos momentos mais improváveis.

Que a mística tome conta dos jogadores alvinegros contra o Duque de Caxias.

Por Ney Pacheco.

Maracujina para a torcida do Figueira

quinta-feira, julho 16th, 2009

Dentro do quesito drama, a torcida do Figueira está dando um banho. Há motivos. Essa ansiedade não vem do nada, vem do rebaixamento, o mau campeonato estadual, da dificuldade do time em embalar na série B. Só que nem tudo precisa virar um drama, nem tudo é um absurdo que merece ser punido com a guilhotina.

Por exemplo, a celeuma a respeito do posicionamento de Fernandes, mais recuado no segundo tempo em Caxias. O Infoesporte foi buscar a explicação. Já este blog faz questão de lembrar que este mesmo recurso foi utilizado no segundo tempo contra o Paraná Clube. O técnico recuou Fernandes para melhorar a saída de bola, adiantou Lucas e assim o Figueira chegou à vitória.

Sobre a “invenção” de Schmoller na ala direita, a opção pode ser questionada, mas é algo que Roberto Fernandes vinha testando nos treinamentos. Só pode ver se vai funcionar mesmo em jogo. Não tem como comprovar de outro jeito. Além disso, Anderson Pico ainda não parece em forma, o que até pode suscitar outro debate: vale a pena continuar com um jogador que não tem condições de jogar 90 minutos depois de cinco meses no Scarpelli?

O famigerado pênalti cobrado por Clodoaldo. Roberto Fernandes disse depois do jogo que Rafael Coelho é o cobrador oficial e que queria explicação sobre o que havia ocorrido. Só que Rafael perdeu o último pênalti que bateu, contra o Atlético-GO, e, pelo jeito, não fez muita questão de bater esse de terça-feira.

Aí é questão de avaliar se ele tem condições de agüentar o tranco de tanta responsabilidade. Se não tiver, escolhe outro. Fernandes, por exemplo, só perdeu um pênalti entre dezenas que bateu com a camisa do Figueira.

Não se trata de fazer a defesa intransigente de Roberto Fernandes. Questiono algumas decisões tomadas por ele. Neste último jogo, particularmente, a opção de botar três atacantes depois de estar perdendo, entre outras.

Não sei se ele vai conseguir levar o Figueira de volta à série A. Compete a quem acompanha seu trabalho diariamente avaliar a qualidade do que Fernandes vem fazendo.

Só acredito que na série B, com um orçamento limitado, o Figueira não terá condições de trazer nenhum grande nome. Ficar trocando de técnico vai depender muito mais de sorte, de circunstâncias aleatórias para funcionar do que de planejamento e competência para escolher. Em certa faixa de mercado, os técnicos são, basicamente, muito parecidos. E as chances de dar certo ou errado são quase as mesmas.

Por Ney Pacheco, do Furacão Alvinegro.

É a hora da arrancada do Figueira?

domingo, julho 5th, 2009

Nos últimos três jogos o Figueira fez sete pontos. Fez alguma apresentação primorosa? Nenhuma. Mostrou problemas? Vários. A escalação e a forma de jogar definidas pelo técnico merecem questionamentos? Diversos.

Creio, no entanto, que estes três últimos jogos, notadamente a vitória deste sábado contra o Bahia, em Pituaçu, podem representar o início de uma nova fase para o Figueira.

Ao derrotar o Bahia, o Furacão Alvinegro ganhou cinco posições na tabela e passou a mirar o G4 de perto. O próximo jogo é contra o Fortaleza no Scarpelli. O time pode subir ainda mais na classificação.

Acredito sim que o Figueira tem elenco para jogar melhor. Acredito ainda que a volta da confiança com uma sequência de bons resultados e, consequentemente, uma boa subida na classificação também vai fazer o time se apresentar melhor.

A vitória de hoje seria considerada épica se fosse obtida em outras ocasiões. Neste momento, com a baixa tolerância e o alto grau de desconfiança da torcida com o futuro da equipe e sua capacidade, é questionada e criticada. É só dar uma geral nos comentários deixados nos blogs alvinegros para constatar isso.

Só que numa campanha, vitórias como esta são importantíssimas para consolidar um trabalho vitorioso. Há muito que corrigir, mas vencer no sufoco, fora de casa, com um jogador a menos durante 60 minutos, com o goleiro pegando pênalti, serve, se for bem capitalizado, para incendiar a torcida e dar ainda mais força para a equipe, para unir esforços e reforçar o espírito na luta pela volta à série A.

Aliás, alguém pode me responder quantas vitórias do Avaí com as calças na mão na Ressacada na série B do ano passado foram saudadas como feitos grandiosos, passos fantásticos rumo ao mítico acesso?

É certo que o time do Figueirense é cercado de muita desconfiança. É certo que o trabalho de Roberto Fernandes merece questionamentos. O Figueira precisa de mais bons resultados, de melhor futebol, para ter mais credibilidade. É melhor, no entanto, buscar estas metas classificado entre os primeiros do campeonato.

Por Ney Pacheco, do Furacão Alvinegro.

Hora de acalmar os ânimos no Figueirense

terça-feira, junho 9th, 2009

Por motivos perfeitamente compreensíveis, boa parte da torcida alvinegra oscila entre a ansiedade, a preocupação e o desalento depois de três jogos sem vencer, com duas derrotas em casa.

Depois de rebaixamento e das dificuldades de se recuperar e voltar a ver um time confiável em campo, os últimos maus resultados servem de mote para se exigir mais reforços, mais dispensas e até mesmo questionar a permanência do técnico Roberto Fernandes.

Pois eu vou na direção contrária. É hora de acalmar. È hora de avaliar melhor o grupo de jogadores do Figueira, de dar tempo para que estes atletas mostrem de fato o que podem fazer sem anunciar uma ou mais contratações por semana. É hora de ter convicção no trabalho de Roberto Fernandes e deixá-lo encontrar a melhor formação e o melhor sistema de jogo.

Vou na direção oposta porque vejo que o Figueira é uma equipe em permanente construção desde o ano passado. Treinadores contestados, jogadores criticados, resultados ruins e mudanças a atacado. Não funcionou, como se viu, e agora é preciso assentar um pouco a poeira.

Sim, o elenco tem carências, mas não deve haver um time na série B que não as tenha. A questão é que muitos jogadores acabaram de chegar e individualmente têm qualidade. Outros já chegaram no começo do ano, mas, por conta de contusões, ainda não tiveram uma boa sequência de jogos.

Então é o momento de insistir numa formação, dar ritmo de jogo para Pedrinho, Fernandes, Egídio, Régis, Paulinho e outros. E mais para frente avaliar quais são as reais carências e fazer os devidos reparos. Mais para frente será possível botar para jogar alguém que voltou do exterior. Daqui a pouco terá gente de qualidade insatisfeita porque não está tendo chance em times da série A. Não há razão para desespero com cinco rodadas do campeonato.

Roberto Fernandes, por outro lado, não pode ser descartado porque não foi feliz em duas partidas, contra a Lusa e o Ceará. Contra o Guarani, começou o jogo com uma boa formação. O técnico já demonstrou que é competente e pode ser importante para o Figueira voltar à série A.

Por Ney Pacheco, do Furacão Alvinegro. Continue lendo aqui.

Empate com sabor de derrota para o Figueira

quarta-feira, maio 27th, 2009

O Figueira desperdiçou dois pontos ao ceder o empate ao Ceará nesta terça-feira, no Castelão, depois de abrir uma vantagem de 2 a 0 no placar.

O time mostrou uma grande eficiência ofensiva, mas foi pressionado pelo Ceará o jogo inteiro. Enquanto o adversário não conseguia acertar o gol, tudo bem. No segundo tempo, quando foi para o tudo ou nada e o meia Geraldo resolveu jogar futebol, o Vovô chegou ao empate e por pouco não saiu com a vitória.

O Furacão Alvinegro voltou a mostrar um problema que é crônico desde o ano passado, mesmo mudando jogadores e treinador: a falta de posse de bola. É muito chutão, muita bola esticada. Quando a bola cai nos pés de Lucas e Rafael Coelho sai coisa boa. A questão é a bola chegar para eles.

Ao final da partida, Roberto Fernandes disse, em entrevista à Sportv, que o time devia ter segurado mais a bola e que não fez isso por conta da inexperiência da maioria dos jogadores. Não foi só isso. O técnico também não colaborou para que isso acontecesse.

A formação inicial, com três zagueiros e um meio-campo formado por Luciano Totó, Roger e Alê não teve tempo de ser avaliada, pois Totó torceu o tornozelo e precisou ser substituído antes dos 10 minutos do primeiro tempo.

Aí, Roberto Fernandes resolveu surpreender, trocando o volante pelo atacante Clodoaldo. Logo depois, aos 13 minutos, o Figueira fez um a zero, com Roger, de cabeça, depois de ótimo cruzamento de Lucas.

Só que o Furacão Alvinegro não tinha ninguém para prender a bola e cadenciar o jogo. Schwenck voltou para dar combate, fechar o meio e funcionar como armador (!!!???). Clodoaldo não acrescentou absolutamente nada. Até porque não houve bola trabalhada para ele e não é o jogador indicado para se jogar no contra-ataque.

Assim, o Ceará tinha a bola e prosseguia martelando. Quando o Figueirense botou a bola no chão e fez um a zero. No segundo tempo, o panorama não mudou. Bola com o Ceará quase o tempo todo e o Figueira rifando a pelota. Quando a botou no chão, numa belíssima arrancada de João Felipe, chegou ao segundo gol.

Era o momento de tirar um atacante e ter mais gente no meio, para prender a bola e trabalhar com mais qualidade no contra-ataque. No banco, Fernandes tinha Kássio, Pedrinho e Paulinho. Podia ter escolhido qualquer um deles, mas demorou, demorou, demorou e só depois de levar o empate resolveu fazer a troca.

Só que ai outra surpresa, manteve os três atacantes e botou Paulinho no lugar de Alê. Depois tirou o esgotado Anderson Pico para a entrada de Juninho, já que o Ceará fazia a festa por aquele lado.

Por pouco o Figueira não deixa escapar mais um ponto. Em grande parte pela teimosia do seu técnico, que insistiu em não reparar o erro cometido na primeira substituição. E aí não dá para jogar a responsabilidade nos garotos. Os garotos Rafael Lima, Lucas, João Filipe e Rafael Coelho foram os melhores do time. O esquema de jogo é que precisa ser ajustado para o time render melhor e não desperdiçar pontos como ocorreu nesta terça-feira.

O empate foi um mau resultado pelas circunstâncias. O Ceará é um time com alguns bons jogadores do meio para frente como Geraldo, Wellington Amorim e o autor dos gols, Preto. Mais ajustado, jogando num campo de dimensões enormes, com a grama na altura do tornozelo, enlameada e cheia de buracos, pode tirar pontos de muita gente. Desta vez, no entanto, o Figueira facilitou a tarefa do adversário.

Por Ney Pacheco, do Furacão Alvinegro.  continue lendo aqui.

Qual vai ser o time de Roberto Fernandes?

terça-feira, maio 26th, 2009

Já se sabe que Bruno Perone e Welington não viajaram para Fortaleza e que Rafael Lima sim. O que isso quer dizer? Qual sistema vai ser utilizado? Qual a escalação da equipe? Não se sabe.

Pelo desempenho da equipe, o Figueira vai no 3-5-2. Foi no 4-4-2 no primeiro tempo da estréia do Ipatinga e saiu vencendo por 1 a 0 jogando pior. Foi no 4-4-2 contra a Lusa e perdeu. Jogou no 3-5-2 no segundo tempo contra o Ipatinga e, além de fazer mais dois gols, controlou o jogo. Utilizou o mesmo sistema contra o ABC, em Natal, e fez 2 a 0 no primeiro tempo. Se não fosse o árbitro, era para ter sido 4 a 0.

No 3-5-2 mora a primeira dúvida. Rafael Lima fez seu último jogo em 5 de fevereiro, no clássico contra o Avaí no Scarpelli, quando fraturou o pé e ficou longo tempo afastado. Já voltou a treinar faz tempo, mas está sem o famoso ritmo de jogo. Vai começar jogando? Ou Fernandes vai recuar Roger para a zaga, perdendo assim qualidade na saída de bola no meio-campo?

No mais, não há muito o que inventar. Se o sistema for o 3-5-2, Lucas e Pico jogam nas alas, Alê e Kássio no meio, Schwenck e Rafael Coelho no ataque. A dúvida fica na zaga e na cabeça de área.

Por Ney Pacheco, do Furacão Alvinegro. Continue lendo aqui.

Blogues querem 12 mil no Scarpelli

quinta-feira, maio 21st, 2009

Com duas vitórias em dois jogos, o Figueirense pode contar agora com o seu principal patrimônio na partida de sábado, contra a Portuguesa, no estádio Orlando Scarpelli: sua torcida. Os blogues alvinegros estão fazendo campanha para levar 12 mil pessoas ao duelo, que começa às 16h10.

E o torcedor do Figueira tem motivos de sobra para comparecer. O treinador Roberto Fernandes está invicto há nove partidas e a equipe conta com o artilheiro da competição, o jovem Rafael Coelho, com 4 gols marcados.
Leia mais sobre a campanha no Furacão Alvinegro.

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