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violência

Posts Tagged ‘violência’

Ônibus apedrejados antes de partida do CRB

quarta-feira, novembro 2nd, 2011

Por Marcelo Araújo, do Nordestebol.

Pelo menos cinco ônibus que transportavam torcedores do CRB foram apedrejados na tarde desta quarta-feira, segundo informou a Polícia Militar. A confusão aconteceu em locais diferentes, nas proximidades do Mutange, na Via Expressa e no Trapiche da Barra.

Os ônibus atingidos são das empresas Cidade de Maceió e Massayó e foram levados para a Central de Polícia, no Prado, onde também motoristas prestaram queixa do ocorrido. De acordo com a PM os grupos estavam divididos em vários pontos da cidade e o vandalismo foi praticado por integrantes da torcida Mancha Azul, do CSA.

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Na Ilha, torcida do Sport perde a cabeça

domingo, outubro 23rd, 2011

Por Redação SportNet no Nordestebol.

A derrota por 1×0 para o Goiás em plena Ilha do Retiro foi a gota d’água para a torcida do Sport “perder a cabeça” e cometer atos de vandalismo dentro do patrimônio do próprio clube. Revoltados com a incompetência do time rubro-negro torcedores protestaram contra os jogadores e os dirigentes do Leão e ainda por cima danificaram os ônibus da agremiação, veículos de torcedores e da imprensa (atirando pedras e garrafas de cerveja), feriram seguranças e também fizeram arrastões.

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As organizadas e a violência expressiva

segunda-feira, abril 26th, 2010

Até o início da década de 1990, no Brasil – e, até mais recentemente, na Bahia -, os amantes do futebol podiam orgulhar-se da convivência pacífica entre os torcedores, sobretudo quando comparado ao que acontecia no exterior.

Todavia, parece que as divertidas e inofensivas provocações verbais (quem não gosta de ouvir palavrões nem de ver gestos obscenos lançados contra os rivais, não deveria ir ao estádio), que dão aos torcedores motivos a mais para irem aos estádios, estão cedendo espaço à agressão física que não pode ser associada aos resultados obtidos pelos times no campo. Se a violência fosse fruto de tais resultados, apesar de absolutamente condenável, ela seria um pouco mais compreensível, mas ela parece estar vinculada a algo mais complexo: uma forma de expressão de indivíduos e grupos de jovens.

Mas, expressão de quê? Ninguém pode responder a isso com segurança, porque a violência expressiva, ao contrário da instrumental, não tem objeto e objetivo definidos pelos agentes de modo inequívoco e permanente; se se pode indicar algum objetivo mais duradouro da violência expressiva, esse seria o de ir além de sua experiência cotidiana, o que torna o problema mais complicado para ser resolvido, pois o que pode ser percebido pelos jovens como algo capaz de interromper a monotonia de seu dia-a-dia é muito variável.

Na Bahia, o caso de um torcedor baleado (no BaxVi , em 25.04/2010) é uma evidência de que não se está diante de uma briga entre torcedores por causa do resultado de uma partida. O deplorável incidente tem características de acertos de contas por razões outras, que nada tem a ver com o jogo de futebol em si, mas, sim, com a afirmação da identidade – construir e/ou manter a fama de “bad boy” -; com as disputas de “galeras” em bairros ou entre bairros; e com, sublinhe-se, o confronto pelo confronto.

Se a minha interpretação for pertinente, as autoridades públicas pouco podem fazer para resolver esse problema, como o atesta o fracasso das medidas que deveriam por fim às brigas entre os torcedores na Europa e, mais recentemente, em São Paulo. Quem de fato acredita que o fim das torcidas organizadas seria a solução? Apesar de medidas como essas terem sido tomadas na Europa, desde o início dos anos de 1980, quem não se lembra da Copa de 1998, quando a violência de alguns torcedores provocou uma situação desconfortável entre os governos alemão e francês?.

Na Europa como em São Paulo, as autoridades apenas conseguiram, e nem sempre, coibir os atritos dentro dos estádios. Mas, no dia da partida, os jovens dispõem da cidade inteira para expressar-se através da agressão física e de outras incivilidades, e o que menos importa para eles, no jogo da violência nas ruas, é o resultado do jogo que se desenrola no campo.

A sociedade alimenta a concepção de que o comportamento violento é sempre o produto de algum distúrbio psíquico ou de problemas socio-econômicos, e essa concepção é um entrave à compreensão do que acontece com os jovens que se digladiam nas ruas pelo que isso tem de sedutor aos olhos deles, ou seja, é hora de admitir-se que a ação violenta pode ser lúdica, atraente e sedutora em si mesma, e que algumas pessoas a ela se dedicam só por causa disso.

As estratégias e táticas policiais para conterem multidões e indivíduos/grupos agressivos devem ser adotadas, pois elas asseguram a tranqüilidade de outros torcedores dentro dos estádios e nas proximidades, mas elas não têm como lidar com os que querem confrontar-se entre si, não por causa de seus times, mas por razões de transcendência, a qual pode ser atingida pela agressão física, pela quebra das regras do jogo civilizado entre as pessoas, pela depredação de bens públicos e privados.

O desafio, portanto, é pensar o comportamento violento dos torcedores sob essa ótica, a da sedução, para que se possa enfrentar um desafio ainda maior: como solucionar essa questão.

Antonio Oliveira, leitor do Sempre Bahia.

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